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‘Locais de alto risco’: onde estão os hotspots ‘eternamente químicos’ do Reino Unido? | PFAS
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2 anos atrásem
Leana Hosea and Rachel Salvidge
PAs substâncias er e polifluoroalquil (PFAS), mais conhecidas como “produtos químicos para sempre”, são uma família de mais de 10.000 produtos químicos sintéticos amplamente utilizados em produtos de consumo e processos industriais. Eles são persistentes e não se decompõem naturalmente no meio ambiente. Alguns são tóxicos, acumulam-se em organismos vivos e têm sido associados a diversas doenças, incluindo cancros, deficiência imunológica, perturbações hormonais e problemas de desenvolvimento.
Um relatório para a Agência Ambiental identificou mais de 10.000 “locais de alto risco” contaminados com PFAS. Investigações activas, acções legais e pedidos de remediação abrangente sublinham a urgência de abordar estes produtos químicos persistentes.
Aqui estão alguns dos principais focos de poluição.
Emitir: O PFAS das espumas de combate a incêndios poluiu as águas subterrâneas.
Ação: Angus Fire pode enfrentar uma ação legal movida pela Agência Ambiental e pelos residentes de Bentham pelos níveis mais elevados de PFAS detectados em águas subterrâneas até o momento no Reino Unido.
Resposta: Angus Fire se ofereceu para comprar casas adjacentes e diz que parou de fabricar, testar ou vender produtos de espuma com PFAS e tem trabalhado com a Agência Ambiental para lidar com a contaminação.
Emitir: A contaminação com o ácido perfluorooctanóico (PFOA), químico ligado ao cancro, encontrado na terra e na água em torno da fábrica de PFAS da AGC Chemicals Europe em Thornton-Cleveleys, bem como na descarga do local para o ambiente protegido Rio Wyre.
Ação: Um relatório preliminar de um investigação multiagências descobriu que os níveis de PFOA excedem os limites seguros para o consumo privado de vegetais. O âmbito da investigação foi aumentado, mas a Agência Ambiental não procura um PFAS denominado EEA-NH4, que a agência diz que é tóxico, persistentee é conhecido por ser lançado em grandes volumes no local.
Resposta: A AGC eliminou gradualmente o PFOA em 2012, mas nega os atuais riscos de contaminação. Afirma que o PFOA nos efluentes provém de uma fonte legada e afirma que a monitorização das emissões está em curso para garantir que não haja riscos para o ambiente ou para a saúde.
Emitir: A Cambridge Water abasteceu mais de 1.000 casas no sul de Cambridgeshire a partir de um aquífero contendo altos níveis de PFAS, provavelmente poluído por espumas de combate a incêndio usadas no antigo Base da RAF em Duxfordagora propriedade do Museu Imperial da Guerra.
Ação: A Inspeção de Água Potável descobriu que a água contaminada em Cambridgeshire foi exacerbada por “suposições incorretas, erros, atrasos e informações incorretas” da Cambridge Water, minando a confiança no fornecedor.
Resposta: A Cambridge Water diz que os contaminantes não chegaram aos clientes porque misturou a água com outra fonte e pediu desculpas.
Emitir: A espuma de combate a incêndios é uma importante fonte de PFAS e das águas subterrâneas da faculdade de treinamento contra incêndios em Moreton-in-Marsh contém níveis elevados, assim como os rios próximos ao local. Um relatório da área ao redor da faculdade revelou níveis de perfluorooctano sulfonato (PFOS) que excedem os padrões de qualidade ambiental.
Ação: A faculdade está na lista da Agência Ambiental de sites problemáticos.
Resposta: A faculdade não respondeu aos pedidos de comentários.
Emitir: Relatórios encomendados pelo Ministério da Defesa mostram altos níveis de PFOS e PFOA nas águas subterrâneas e superficiais da RAF Benson, RAF Coningsby e RAF Waddington. Separadamente, a amostragem de fontes de água potável mostra contaminação por PFAS em locais próximos às bases da RAF em Marham e Mildenhall, que podem estar ligadas.
Resposta: O O Ministério da Defesa afirma: “garantir a segurança do nosso pessoal, do pessoal e do público é a nossa prioridade número um e é por isso que estamos a cumprir a legislação e regulamentos relevantes. À medida que a compreensão destes produtos químicos mudou, respondemos em conformidade. Demos prioridade a um programa de investigação dos nossos locais, que foi acordado com a Agência Ambiental.”
6. Aeroporto de Heathrow, Middlesex
Emitir: Altos níveis de PFOS e PFOA foram detectados em águas subterrâneas rasas no local devido a usos legais históricos de substâncias contendo PFOS, incluindo espumas de combate a incêndios. Os adjacentes River Crane e Yeading Brook falharam em seu status químico para PFOS. Os níveis dos rios são mais elevados a jusante do aeroporto, mas também são encontrados a montante, indicando outras fontes de contaminação.
Ação: O aeroporto afirma que monitora PFOS no aeroporto desde 2011. Eles pararam de usar espumas de combate a incêndio contendo PFOS em 2011 e pararam de usar espumas contendo PFAS em 2012.
Resposta: O aeroporto de Heathrow afirma ter investido mais de £ 30 milhões em sistemas de controle de poluição da água.
7. Estações de tratamento de esgoto, em todo o país
Emitir: As estações de tratamento de águas residuais podem ser fontes significativas de poluição por PFAS em resíduos tratados e não tratados. Pode provir de resíduos domésticos ou industriais e alguns PFAS podem até ser criados durante processos de tratamento de águas residuais, quando outras substâncias são decompostas.
Ação: Está em curso um programa de investigação química para tentar determinar quais as obras de tratamento que são uma fonte de PFAS e de outros produtos químicos preocupantes e por que razão são uma fonte de poluição.
Resposta: A indústria da água do Reino Unido apelou à proibição dos PFAS e apelou aos poluidores para pagarem pela mitigação da poluição. As estações de tratamento precisam de atualizações para lidar com produtos químicos complexos, que custariam bilhões de libras.
8. Aterro sanitário da pedreira Stowey, Somerset
Emitir: A Agência Ambiental destacou Stowey Quarry, perto do reservatório de Chew Valley, como um potencial hotspot de PFAS. Cerca de 100.000 toneladas de resíduos, incluindo materiais perigosos, foram despejados ilegalmente em 2016. Foi considerado um dos crimes ambientais mais graves no Reino Unido nos últimos 30 anos.
Ação: Mark Foley, que operava um aterro ilegal, ficou preso por mais de dois anos.
Resposta: A autoridade local não respondeu a um pedido de comentário.
As instalações de gestão de resíduos, incluindo aterros históricos e permitidos, podem geralmente ser fontes de poluição por PFAS, assim como aeroportos, quartéis de bombeiros, instalações militares, fabricantes de produtos químicos, instalações energéticas e industriais. Outras fontes incluem locais de tratamento de águas residuais, locais agrícolas onde são utilizadas lamas de depuração, fábricas de metais, pasta de papel e papel, fabricantes de couro e têxteis.
De acordo com uma nova pesquisa, o custo para descontaminar locais do Reino Unido que já estão poluídos poderia atingir uma estimativa de £ 428 milhões anuais durante os próximos 20 anos. Se as emissões permanecerem sem restrições e sem controlo, estima-se que o custo da limpeza atinja os 9,9 mil milhões de libras por ano.
Um porta-voz da Agência Ambiental disse: “A ciência global sobre PFAS está evoluindo rapidamente e estamos realizando um programa plurianual para compreender melhor as fontes de poluição por PFAS na Inglaterra. Testamos regularmente 47 PFAS diferentes em nosso monitoramento de água e estamos melhorando continuamente nossa capacidade de analisar uma gama mais ampla de PFAS.
“Desenvolvemos uma abordagem de triagem de risco para identificar fontes potenciais de poluição por PFAS na Inglaterra. Este processo ajudará a priorizar os locais para investigação adicional. Estamos a trabalhar em estreita colaboração com vários parceiros, incluindo autoridades locais, para melhorar a nossa base de evidências e para avaliar e gerir quaisquer riscos ambientais decorrentes de terras contaminadas.”
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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