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Lou Jeanmonnot continua os sucessos em Antholz vencendo a perseguição, o blues prevalece no relé

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O francês Lou Jeanmonnot venceu a perseguição em Antholz, sábado, 25 de janeiro de 2025, como parte da Copa do Mundo de Biatlo.

Lou Jeanmonnot cruzou apenas seus colegas de trabalho duas vezes no sábado, 25 de janeiro: em aquecimento antes da acusação e no pódio após a chegada. Para o resto, o francês prestou um serviço alto ao ar de um contra-relógio individual na pista de Antholz, na Itália. Já Vencedor do Sprint na quinta -feirao biatleta de 26 anos teve sete segundos à frente do primeiro a começar atrás dela, a alemã Selina Grotian. Imperial nos dois primeiros tiros, Jeanmonnot nunca deixou a oportunidade para seus concorrentes voltarem, para levá -lo em grande parte na frente de outra tricolor, Julia Simon, derrotada por 24 segundos.

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A celebração poderia até ter sido total para o azul se o Franziska Preuss alemão, portadora da camisa amarela do líder na classificação geral, não tivesse conseguido em frente a Jeanne Richard (4ᵉ) e Océane Michelon (5ᵉ). Frustrante para os dois jovens tricolors e também para Lou Jeanmonnot, que teria visto um bom olho um pouco abaixo do desempenho de seu rival para conquistar um pouco mais de pontos na classificação do Big Crystal Globe. Mas, por não ter encadeado as vitórias-ela assinou sua sexta temporada no sábado, o nativo de Pontarlier (Doubs) preenche gradualmente a distância de seu prestigiado adversário. Assim, possui apenas 92 unidades de atraso (um primeiro lugar relata 90 pontos, um segundo 75).

“Eu não diria que era fácil, eu sabia que Julia estava puxando mais rápido do que eu, eu sabia que não deveria me deixar ir”disse o vencedor do dia na chegada, no microfone da cadeia L’Equipe. Alguns minutos antes, ela nem teve tempo de se assustar quando perdeu a primeira bola de seu último chute, enviando os quatro próximos nos alvos antes de fazer sua única pênalti no dia.

Blues imperial na equipe

“Este último chute permanece um pouco de arrependimento, um pouco de insatisfaçãonuance, perfeccionista, francês. Mas voltei bem depois da bola fracassada levando meu tempo. Eu até pensei que tínhamos conseguido fazer um chapéu -truque na chegada, eu não tinha visto Franziska chegando! »»

Além de encher seu gabinete de troféus, Lou Jeanmonnot leva uma data. Antes dos Jogos Olímpicos de 2026, que também ocorrerá no caminho da região de Trentin-Haut-Adige. Mas também quando o Campeonato Mundial se aproxima, que começará em 12 de fevereiro em Lenzerheide, na Suíça. A francesa vai querer ganhar seu primeiro título individual lá, depois de já ter conquistado duas medalhas de ouro em revezamento em 2024 no Nové Mesto (República Tcheca). Antes da reunião planetária, Lou Jeanmonnot aproveitará o revezamento feminino no domingo para refinar sua preparação, se ainda precisar.

No lado dos cavalheiros, existem duas equipes francesas. Aquele que defende suas chances individualmente e muitas vezes se encontra com problemas, como durante o sprint na sexta -feira, durante o qual apenas Eric Perrot conseguiu entrar nos primeiros vinte (8 ᵉ). E então o que leva tudo coletivamente. Por ocasião do quarto revezamento da temporada, o Blues assinou seu … quarto sucesso no sábado. E com o caminho: Fabien Claude, Quentin Fillon-Maillet, Eric Perrot e Emilien Jacquelin terminaram, em Antholz, com 44 segundos à frente da Noruega-Emenien Jacquelin até teve o luxo de não se apressar durante a última rodada.

Os Blues construíram seu sucesso no rifle em mãos, não faltando em tudo e nas quatro bolas em toda a corrida. Noruega, liderada por suas estrelas Johannes e Tarjei Boe – que vêm para anunciar sua aposentadoria no final da temporada -, não teve o mesmo sucesso diante dos alvos e erros acorrentados, doze no total.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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