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Lucie Castets tentou ser candidata em Isère para se tornar deputada
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2 anos atrásem
Lucie Castets pode ter encontrado um emprego: deputada de Isère. Desde a renúncia, no início de outubro, do dirigente eleito do La France Insoumise (LFI), Hugo Prevost, acusado de violência sexualo cargo será preenchido após eleição suplementar que terá lugar no primeiro círculo eleitoral de Isère, até 15 de janeiro. Depois do seu verão agitado com um resultado infeliz, uma vez que não conseguiu tornar-se primeira-ministra, a candidata da Nova Frente Popular (NFP) para Matignon quer realmente ter um gostinho duradouro da política.
Por que não em Isère, mesmo para um parisiense, originário da Normandia? O alto funcionário público de 37 anos hesitou por muito tempo em arriscar. Em particular François Hollande, com quem conversa regularmente, fez-lhe compreender que não tinha realmente escolha: sem uma função oficial, será complicado para ela continuar a ser a encarnação do consenso da união de esquerda.
Lucie Castets também não pode voltar. Ela foi forçada a deixar seu cargo de diretora financeira na prefeitura de Paris neste verão. O fato de ela ter se tornado a figura do sindicato da esquerda não agradou muito a Anne Hidalgo. Após quatro anos de bons e leais serviços, Lucie Castets não teve tempo nem possibilidade de organizar uma festa de despedida no recinto municipal.
Vários obstáculos a superar
A investidura de Isère ainda não lhe foi oficialmente oferecida. Vários problemas permanecem por resolver. Em primeiro lugar, o Partido Socialista (PS) não deve bloquear isto propondo o seu próprio candidato. Este primeiro obstáculo parece ter sido eliminado desde quinta-feira, 17 de outubro: mesmo que o PS tenha investido oficialmente Amandine Germain, vereadora departamental, um comunicado de imprensa da federação PS de Isère especifica: “No entanto, no caso de Lucie Castets ser, em última análise, a representante de todos os componentes do NFP, o Partido Socialista e o seu candidato colocar-se-iam obviamente à sua disposição para apoiá-la nesta difícil campanha. »
Segunda armadilha para quem nunca ocupou um cargo: vencer as eleições, obviamente. Nas últimas eleições legislativas, Hugo Prevost foi eleito, numa eleição triangular, com apenas 1.300 votos à frente do candidato macronista, o antigo ministro de Emmanuel Macron, Olivier Véran. Desta vez, segundo pessoas próximas de Lucie Castets, ele teria lhe enviado uma mensagem encorajadora: não concorreria se ela fosse candidata. O que o ex-ministro de Emmanuel Macron nega formalmente: “Não consigo imaginar que ela pudesse correlacionar tal queda de paraquedas com o medo de perder o pouso”ele indica Mundopreservando ao mesmo tempo o suspense sobre a sua própria candidatura.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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