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Lucros da Ryanair despencam em meio a tarifas mais baixas e atrasos da Boeing | Ryanair
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2 anos atrásem
Gwyn Topham transport correspondent
Os lucros da Ryanair caíram quase um quinto, à medida que as tarifas mais baixas na época alta corresponderam a custos mais elevados, que a companhia aérea atribuiu em parte aos problemas da Boeing.
As tarifas de verão caíram em média 7%, já que a Ryanair reduziu os preços para manter os seus aviões lotados, transportando 9% mais passageiros de abril a setembro deste ano do que no ano passado.
No entanto, os atrasos na entrega dos seus novos aviões 737 deixaram a simples transportadora “sobrecarregada, sobrecarregada e sobrecarregada”, de acordo com o executivo-chefe, Michael O’Leary.
A companhia aérea reportou lucros de 1,8 mil milhões de euros (1,5 mil milhões de libras) nos seis meses até ao final de setembro, 18% inferiores aos do mesmo período do ano anterior.
Afirmou que o declínio foi parcialmente impulsionado pela pressão sobre os gastos dos consumidores num contexto de taxas de juro mais elevadas e de esforços para compensar custos de vida mais elevados – mas também cortou as tarifas para ganhar quota de mercado e transportar um recorde de 115 milhões de passageiros durante o semestre.
As tarifas provavelmente voltarão aos níveis anteriores durante o inverno, disse a Ryanair.
O’Leary disse que a continuação problemas na fabricante de aviões norte-americana Boeing significou que a Ryanair cortaria os seus planos de crescimento para o próximo ano, com apenas 172 dos 300 aviões Boeing 737-Max-10 encomendados agora entregue. Ele disse: “Agora esperamos que nossas nove entregas restantes do terceiro trimestre caiam para o quarto trimestre devido aos recentes ataques da Boeing”.
Acrescentou que a compensação Boeing atraso nas entregas não compensou os mais de cinco milhões de passageiros adicionais que poderia ter transportado.
“Embora continuemos a trabalhar com a liderança da Boeing para acelerar as entregas de aeronaves antes do pico do verão de 2025, o risco de mais atrasos nas entregas permanece alto”, disse ele. “Acreditamos que é, portanto, sensato moderar a meta de crescimento de tráfego da Ryanair para o ano inteiro para 210 milhões de passageiros (anteriormente 215 milhões) para reflectir estes atrasos nas entregas, uma vez que desejamos evitar excesso de horários, tripulação e custos excessivos à medida que avançamos. foram (neste verão).
Os trabalhadores da Boeing nos EUA estão votando esta semana em um novo acordo salarial que, se ratificado, poria fim a semanas de greves.
após a promoção do boletim informativo
A Ryanair já disse que espera reduzir a sua capacidade no Reino Unido em até 10% em resposta a um aumento nas taxas de passageiros aéreos anunciado no orçamento da semana passada, o que elevará a tarifa nas partidas internacionais de curta distância de £ 13 para £ 15 por passageiro. O’Leary reivindicou a mudança em Orçamento de Rachel Reeves “prejudicou o crescimento, prejudicou o turismo e prejudicou as viagens aéreas de e para o Reino Unido”.
As ações da Ryanair caíram 2,5% no início do pregão.
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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