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Israel notifica a ONU sobre o fim dos laços com a UNRWA em meio a alerta de fome em Gaza | Notícias do conflito Israel-Palestina

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A medida ocorre após a adoção de dois projetos de lei polêmicos que proíbem a agência da ONU de operar em Israel.

Israel notificou oficialmente as Nações Unidas da sua decisão de cortar relações com a sua agência para os refugiados palestinianos (UNRWA) enquanto outra agência da ONU alerta sobre uma fome iminente em devastado pelo genocídio Gaza.

Num comunicado divulgado na segunda-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel disse que cancelou um acordo de cooperação de 1967 que fornecia a base jurídica para as relações do país com a UNRWA.

“A UNRWA – a organização cujos funcionários participaram no massacre de 7 de Outubro e muitos dos quais são agentes do Hamas – é parte do problema na Faixa de Gaza e não parte da solução”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Israel Katz, citado como tendo dito.

O parlamento israelense na semana passada aprovou dois projetos de lei polêmicos proibindo a UNRWA de operar em território israelita, fechando as suas instalações na Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, e Gaza.

Israel alega que combatentes do grupo palestino Hamas se infiltraram na UNRWA. A agência da ONU nega as acusações e diz que toma medidas para garantir a sua neutralidade.

A UNRWA disse na segunda-feira que a proibição de Israel às suas operações iria levar ao “colapso” do trabalho humanitário na Faixa de Gaza devastada pela guerra.

“Se esta lei for implementada, é provável que cause o colapso da operação humanitária internacional na Faixa de Gaza – uma operação da qual a UNRWA é a espinha dorsal”, disse Jonathan Fowler, porta-voz da UNRWA, à agência de notícias AFP.

A agência da ONU fornece educação, cuidados de saúde e outros serviços básicos aos refugiados palestinianos da guerra de 1948 que rodeou a criação de Israel e aos seus descendentes, que ascendem agora a quase seis milhões. As famílias refugiadas constituem a maioria dos 2,3 milhões de habitantes de Gaza.

Grupos de ajuda alertaram que a proibição de Israel à UNRWA poderia criar mais obstáculos à resolução de uma grave crise humanitária em Gaza. Israel afirmou que outras agências da ONU e grupos de ajuda podem preencher a lacuna, mas essas organizações insistem que a UNRWA é essencial.

A notificação de Israel à ONU ocorreu no momento em que o Programa Alimentar Mundial (PAM) alertou na segunda-feira que a situação humanitária em Gaza “poderá em breve evoluir para a fome”, à medida que as forças israelitas continuam a restringir severamente a entrada de alimentos e outros fornecimentos no enclave.

No sábado, um funcionário do PAM disse que a agência não pode substituir a UNRWA em Gaza. “Não podemos substituir as funções importantes da UNRWA em Gaza, como a administração de abrigos de emergência, escolas e centros de saúde”, disse Martin Frick, chefe do escritório do PAM em Berlim, ao grupo de comunicação social alemão RND.

Em Janeiro, Israel afirmou que mais de uma dúzia de membros da UNRWA participaram num ataque liderado pelo Hamas contra Israel no ano passado, no qual combatentes palestinianos mataram mais de 1.100 pessoas, a maioria civis, e fizeram cerca de 250 prisioneiros.

Após o ataque, o exército israelita empreendeu uma campanha militar feroz em Gaza, matando mais de 43 mil pessoas até agora, deslocando quase toda a sua população de 2,3 milhões de habitantes e reduzindo grandes áreas do enclave palestiniano a escombros.

A ONU lançou uma investigação sobre as alegações de Israel que resultou na rescisão de contratos de nove funcionários contra os quais “as provas – se autenticadas e corroboradas – poderiam indicar que os funcionários da UNRWA podem ter estado envolvidos” no ataque.

Em Julho, Israel alegou que outros 100 funcionários da UNRWA eram membros do Hamas e de outros grupos palestinianos. A agência pediu a Israel que fornecesse mais informações para tomar medidas. A UNRWA disse na segunda-feira à Al Jazeera que não recebeu nenhuma resposta.

Entretanto, responsáveis ​​da ONU dizem que as forças israelitas mataram mais de 130 dos seus trabalhadores num ano em Gaza – o maior número de vítimas deste tipo em qualquer conflito desde que o organismo global foi fundado.



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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre

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QRCODE - Autoavaliação

 

Olá, estudante!

Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.

O questionário aborda diferentes aspectos da sua experiência acadêmica, como disciplinas e organização curricular, metodologias de ensino, atuação dos professores, infraestrutura, biblioteca, laboratórios, acessibilidade, apoio aos estudantes, estágio, pesquisa, extensão, monitoria, iniciação científica, eventos e comunicação com a Coordenação.

As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.

🗣️ Este é um espaço para você ser ouvido! Por isso, responda com sinceridade, apresentando sua percepção, críticas, sugestões e demandas. Não existem respostas certas ou erradas: o mais importante é que sua opinião represente verdadeiramente a sua experiência como estudante.

Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.

Sua opinião é fundamental para construirmos juntos o futuro do nosso curso!

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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre

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A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.

As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”

Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.

Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.

Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre

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O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.

Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”

Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.

O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.

Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.

Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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