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as últimas novidades sobre Donald Trump, Kamala Harris, as pesquisas e as respostas às suas perguntas

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O diário da campanha presidencial americana, segunda-feira, 4 de novembro pela manhã

Pesquisas “corrompido”um processo eleitoral demasiado longo para escolher um vencedor, jornalistas sobre os quais podemos “puxar”… Dois dias antes da eleição, Donald Trump disparou todas as armas no domingo contra os elementos que considera um obstáculo à sua eleição. Ele disse que só poderia perder se fosse vítima de trapaça, enquanto as pesquisas prevêem uma disputa particularmente acirrada. Na mesma linha, ele repetiu que não teria “não precisava sair” da Casa Branca após as eleições presidenciais de 2020, cujo resultado ele nunca reconheceu.

Por sua vez, Kamala Harris realizou discursos mais gerais em Michigan sobre as questões eleitorais, sem visar particularmente seu oponente. A democrata demonstrou certa confiança no resultado da votação, acreditando que o seu campo tinha “o vento nas minhas costas”. Ela anunciou que votou durante o dia pelo correio para que sua cédula chegasse à Califórnia, seu estado de origem.

  • Citação do dia:
  • “Você vai ver, vai ser tão bom. Vai ser muito divertido. Vai ser um pouco cruel às vezes, e talvez no início, especialmente. Mas vai ser alguma coisa! »

    Comentários de Donald Trump durante sua reunião em Macon, Geórgia, caso seja eleito.

    • Número de hoje: 1986

    O ano em que Kamala Harris se formou na Howard University em economia e ciências políticas. É neste estabelecimento localizado em Washington, e apelidado de “Harvard negra”, que a candidata democrata passará a noite eleitoral de terça-feira, à espera dos resultados da votação presidencial.

    De acordo com o site de sua campanha, Donald Trump oferece um último sprint, segunda-feira, na véspera da votação, visitando três estados cruciais. O republicano estará em Raleigh, na Carolina do Norte, pela manhã, depois em Reading e Pittsburgh, na Pensilvânia, à tarde, antes de ir para Grand Rapids, Michigan, na noite de segunda-feira.

    Por sua vez, a equipa de campanha Harris-Walz anunciou uma série de eventos para o dia anterior às eleições. O candidato democrata deveria ser Pitsburgo e para Filadélfia para os últimos comícios campanha, cercada por uma infinidade de apoiadores, incluindo Lady Gaga, Katy Perry e Oprah Winfrey. Outros encontros de celebridades estão planejados em Phoenix, Arizona, Detroit, Michigan e Las Vegas, Nevada.



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    Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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    Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

    O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

    Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

    O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

    Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

    Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

     



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    Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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    Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

    A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

    Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

    Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

    O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

    “A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

    A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

    “Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

    Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

    A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

    Fhagner Soares – Estagiário

     



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    UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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    UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

    Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

    A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

    O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

    Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

    “O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

    O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

    Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

    Fhagner Soares – Estagiário



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