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luta de machado; quatro pessoas feridas, um menor preso
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2 anos atrásem
Quatro pessoas ficaram feridas, incluindo duas gravemente, na segunda-feira, 4 de novembro, no RER E, na estação Ozoir-la-Ferrière (Seine-et-Marne), apurou a Agência France-Presse (AFP) junto a fontes policiais. O prefeito da polícia de Paris e o prefeito de Seine-et-Marne especificaram, num comunicado de imprensa conjunto, que estas quatro pessoas tinham sido feridas por “arma branca”. Foi aberta uma investigação sobre tentativa de homicídio, segundo a AFP que contactou o Ministério Público de Melun e fontes policiais.
Por volta das 8h, eclodiu uma briga no RER E, envolvendo diversas pessoas por motivo ainda não identificado de forma definitiva. “Vários indivíduos, perpetradores, entraram no comboio quando o comboio chegou à estação”comunicaram os prefeitos de polícia de Paris e Seine-et-Marne. Segundo o relato da acusação, à chegada do comboio à estação de Ozoir-la-Ferrière, os agressores, oito a dez pessoas, entraram no comboio, que imobilizaram acionando o sinal de alarme.
Lá dentro, eles espancaram os adolescentes visados, que estavam acostumados a ficar sentados no mesmo lugar. Os agressores usaram gás lacrimogêneo, um machado, uma faca tipo Opinel e um taco de beisebol. Dois jovens ficaram gravemente feridos; outros dois, mais levemente. Eles foram transportados para o hospital para receber tratamento, disse uma fonte policial à AFP.
“Não houve mão decepada e nenhuma situação de risco de vida”comunicou o Ministério Público de Melun, desmentindo as primeiras informações que circularam sobre os factos, mencionando uma mão decepada.
Um “jogo de volta”
O motivo do ataque ainda não foi apurado, mas o rastro de um “partida de volta” – para usar a expressão da acusação – ligada a um ataque anterior entre grupos das cidades de Roissy-en-Brie e Ozoir-la-Ferrière é privilegiada.
“Os factos estão provavelmente ligados a uma luta entre gangues, e não ao tráfico de droga, sujeito ao resultado da investigação conduzida pelo tribunal judicial de Melun”havia, no início do dia, esclarecido as duas fontes da província.
As quatro vítimas – menores de 16 e 17 anos – foram atacadas a caminho do ensino médio. O principal suspeito, de 16 anos, foi detido em sua casa e colocado sob custódia policial, disse uma fonte policial à AFP. Um machado foi encontrado e apreendido durante as buscas. O Ministério Público recusa-se a comunicar sobre possíveis detenções, limitando-se a afirmar que “a investigação está em andamento”.
“O número de patrulhas na linha RER E foi aumentado”acrescentou ainda o prefeito da polícia, responsável pela segurança dos transportes de toda a região de Ile-de-France. A luta aconteceu enquanto o trem estava na plataforma, então “nem o tráfego do RER E nem o da estação (não são afetados) »sublinhamos na SNCF.
Os ataques entre gangues rivais são regulares em Seine-et-Marne, levando a intervenções da polícia em reuniões armadas de dezenas de adolescentes e jovens, e à violência em reuniões, não ligadas ao tráfico de drogas. Em meados de Outubro, Meissane, um adolescente de 16 anos, foi morto a facadas a 900 metros da sua escola secundária. O fenómeno está particularmente presente na região de Ile-de-France, que registou várias mortes de mineiros nos últimos anos.
O mundo com AFP
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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