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Pelo menos 25 mortos após traficantes virarem barco ao largo de Comores: OIM | Notícias

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A agência de migração da ONU afirma que o barco afundou na sexta-feira entre uma ilha de Comores e a ilha francesa de Mayotte.

Pelo menos 25 pessoas, incluindo mulheres e crianças, morreram depois de traficantes virarem deliberadamente o seu barco ao largo das Comores, nação do Oceano Índico, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM).

O barco afundou na noite de sexta-feira entre a ilha de Anjouan, ou Ndzuani, nas Comores, e a ilha francesa de Mayotte, numa rota de migração frequentemente utilizada, na qual milhares de pessoas perderam a vida nas últimas décadas, disse a OIM num comunicado. Segunda-feira.

Pescadores resgataram cinco sobreviventes na manhã de sábado. Os sobreviventes disseram que o barco transportava cerca de 30 pessoas de diferentes nacionalidades, incluindo sete mulheres e pelo menos seis crianças pequenas.

“A OIM Comores está triste ao saber da morte de pelo menos 25 pessoas depois que o seu barco foi deliberadamente virado por traficantes nas Ilhas Comores, entre Anjouan e Mayotte, na noite de sexta-feira”, afirmou o comunicado.

Anjouan, uma das três ilhas que compõem a empobrecida nação de Comores, fica a cerca de 70 km a noroeste de Mayotte, que se tornou um departamento da França em 2011.

Apesar de ser o departamento mais pobre da França, Mayotte possui infraestrutura e bem-estar franceses. Alguns refugiados das Comores pagam contrabandistas para fazerem a perigosa travessia marítima em frágeis barcos de pesca conhecidos como “kwassa-kwassa”.

Quase metade dos 900 mil habitantes das Comores vive abaixo do limiar da pobreza e muitos não têm acesso a cuidados de saúde.

Viagem dos Comorianos a Mayotte

A declaração da OIM citou um relatório do Senado francês que estimou que entre 7.000 e 10.000 pessoas perderam a vida ao tentar atravessar das Comores para Mayotte entre 1995 e 2012, mas disse que este número poderia ser muito maior.

Estima-se que os migrantes representem quase metade da população de Maiote, de cerca de 320 mil habitantes, de acordo com as últimas estatísticas francesas de 2017. Desse grupo, 95 por cento eram comorianos, afirmou.

O arquipélago das Comores, de maioria muçulmana, situado entre Moçambique e Madagáscar, era uma colónia francesa. Em 1974, Mayotte votou para permanecer parte da França enquanto as outras ilhas buscavam a independência e se tornaram as Comores.

Houve duas tragédias semelhantes na mesma área nos últimos três meses, de acordo com o comunicado da OIM.

Em Setembro, um barco com 12 pessoas a bordo, incluindo duas crianças e uma futura mãe, deixou a costa de Anjouan e nunca chegou a Maiote.

Em agosto, oito pessoas, incluindo um menino de 12 anos, perderam a vida num incidente semelhante, afirmou.



Leia Mais: Aljazeera

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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