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Lutador brasileiro é ouro no Jiu-Jitsu nos EUA; vendia paçoca e dormia na academia

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Bombeiros resgatam o cachorrinho de um incêndio em uma casa vazia, perto Brasília. Ele estava preso na coleira. - Foto: Correio Braziliense/CBMDF

O novo lutador brasileiro, Joab Ferreira, ouro no Jiu-Jitsu nos Estados Unidos, ralou muito para conquistar o sonho e valeu a pena. Sem dinheiro, o rapaz, de 18 anos, que mora em Valparaíso, no Distrito Federal, vendeu paçoca, chocolate e teve de dormir no tatame da academia, muitas vezes, para poder conseguir treinar tanto quanto queria.

Na semana passada, Joab consagrou-se campeão e ganhou medalha de ouro Arena Silver Spurs, na Flórida, uma das competições mais importantes do jiu-jitsu e um indicativo para a seletiva do mundial. Agora ele precisa levantar dinheiro para  disputar o mundial da Federação Internacional de Jiu-Jitsu Brasileiro (IBJJF) em maio, em Florianópolis, em SC.

Sem patrocinadores, ele só conta com o apoio da família: “Minha família ficou preocupada no início, depois que viu que eu estava levando a sério, começou a me apoiar”, disse.

Precisa de patrocínio

Sim, Joab precisa de patrocínio para chegar ao mundial de jiu-jitsu, de investidores que acreditem no jiu-jitsu e nele como atleta.

Além de dinheiro para a viagem e hospedagem, ele precisa de ajuda para fazer sessões de fisioterapia, nutricionista para seguir alimentação balanceada entre outros, informou o Portal do Val.

Atualmente, o jovem tem patrocínio apenas para o kimono. E como ele treina o dia todo, para se dedicar ao esporte, não tem como trabalhar fora para conseguir dinheiro.

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Jogos Pan-Americanos

Além do mundial em maio, Joab se prepara também para as seletivas do Pan.

Os Jogos Pan-Americanos Júnior de 2025 serão realizados no Paraguai, de 17 a 23 de agosto. São 41 modalidades.

Nas redes sociais, os amigos e admiradores elogiam a determinação do atleta.

“Chegou a hora da colheita, feliz por você”, disse um internauta.

“Voa, irmão, você merece”, completou outro.

Joab Ferreira dormiu no tatame, vendeu paçoca e chocolate para conseguir treinar jiu-jitsu. Foto: @j0tareis Joab Ferreira dormiu no tatame, vendeu paçoca e chocolate para conseguir treinar jiu-jitsu e agora foi ouro nos Estados Unidos. – Foto: @j0tareis



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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