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Motociclista de aplicativo é aprovado em Medicina; segundo colocado

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Bombeiros resgatam o cachorrinho de um incêndio em uma casa vazia, perto Brasília. Ele estava preso na coleira. - Foto: Correio Braziliense/CBMDF

A história de Victor Emanoel Rocha da Silva, um motociclista de aplicativo que foi aprovado em medicina, é de perseverança e determinação. Ele conseguiu conciliar o trabalho com o estudo e agora vai realizar o sonho da vida toda.

Após quatro anos de tentativas, o jovem foi aprovado em 2ª lugar na Universidade Estadual do Ceará (Uece), no Campus Crateús. A aprovação é resultado de muita força de vontade e esforço. Mesmo com a jornada intensa de trabalho, ele deu conta do recado.

“A tão sonhada aprovação em Medicina! Foram anos de estudo e trabalho duro, mas o esforço valeu a pena. Agora, estou pronto para começar essa nova etapa”, disse nas redes.

Rotina desafiadora

Formado na rede pública de ensino, Victor sempre teve o desejo de seguir a carreira médica. Para chegar lá, ele se dividia entre os estudos e as oito horas diárias como motociclista de aplicativo em Fortaleza.

Como teve um bom desempenho no Exame Nacional Do Ensino Médio, ele conseguiu uma bolsa no Colégio Farias Brito. As manhãs eram dedicadas às aulas do cursinho, e, antes de iniciar as corridas de moto, estudava mais três horas.

“Eu esticava mais no final de semana, rodava à noite e à tarde; até às 18, 17 horas ou até umas meia-noite”, disse em entrevista à Vertical, assinada pelo jornalista Carlos Mazza, no O Povo Mais.

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Esforço reconhecido

Todo o empenho, agora, foi reconhecido.

Victor é o mais novo estudante de Medicina do campus Crateús. É a 4ª turma da instituição!

E o futuro médico comemorou a conquista no Instagram.

Sim, depois de todo o trabalho árduo, chegou a vez dele.

Outras conquistas

Além de conseguir a vaga no curso dos sonhos, Victor já havia sido destaque com aprovações em Enfermagem, Odontologia e Direito.

Mesmo assim, batalhou e persistiu até conseguir exatamente o que queria: a medicina.

Não deu outra!

Victor não vai pagar nada pelo curso. O esforço foi totalmente recompensado! - Foto: Governo do Estado do Ceará Victor não vai pagar nada pelo curso. O esforço foi totalmente recompensado! – Foto: Governo do Estado do Ceará



Leia Mais: Só Notícias Boas

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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