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Lutador de Jiu-jitsu imobiliza ladrão de joias na rua com double leg e vira herói; assista
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Em uma cena impressionante, um lutador de jiu-jitsu deu um golpe rápido e perfeito em ladrão que havia acabado de roubar uma joalheria na região central de Caraguatatuba, Litoral Norte de São Paulo. Em segundos o homem foi ao chão e não teve como escapar.
Lucas Pádua Villegas, de 39 anos, estava deixando a mãe em uma loja nas proximidades e, ao descer do carro, percebeu o criminoso. Ao perceber que não estava armado, ele entrou na frente do rapaz e aplicou um super golpe envolvendo o pescoço do ladrão com as pernas e segurando um dos braços dele.
“Ele colocou a mão na cintura, fazendo menção que estava com uma arma, só que, como a roupa estava muito colada no corpo dele, eu vi que ele não tinha nada ali. Foi quando eu entrei no double leg, derrubei ele no chão”, disse o lutador em entrevista ao G1.
Rápido e preciso
Praticante de artes marciais desde a infância, Lucas foi rápido e preciso. Antes de agir, ele observou cada movimento do criminoso, que tentava fugir. Quando o bandido se aproximou, ele utilizou a técnica que aprendeu nas aulas.
“A cada situação a gente tem um movimento para seguir. E o que eu me enquadrei melhor naquilo foi o double leg. Na hora eu pensei em dar um cruzado, mas ele estava muito rápido. Eu podia errar e ele escapar. Eu preferi entrar no double leg e derrubar ele de uma vez”, contou.
Com o criminoso imobilizado, os populares chamaram a polícia, que levou o assaltante preso em flagrante.
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Paixão pelas artes marciais
As artes marciais fazem parte da vida de Lucas há anos.
Seu primeiro contato foi com o taekwondo, em 1998. Depois, ele passou pelo karatê, muay thai e, por último, o jiu-jitsu.
Na luta, que acredita-se ter vindo do Japão, mas ganhou força no Brasil, ele encontrou sua verdadeira paixão.
Rede de apoio
Depois do ocorrido, Lucas chegou a ficar com medo de sofrer alguma represália de possíveis comparsas do criminoso.
Além disso, ele ficou preocupado com a segurança da família. No entanto, recebeu apoio da esposa e do mestre nas artes marciais.
“Ele foi me acalmando, minha mulher também foi, mas minha mulher também está um pouco preocupada, mas ela foi me acalmando um pouco e falou: ‘Não, fique tranquilo, vai dar certo”, finalizou.
Veja como o lutador Lucas agiu perfeitamente:
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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3 horas atrásem
25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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