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Luzes de Natal são acesas no Centro de Rio Branco; Veja fotos

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As luzes de Natal foram acesas na noite desse sábado (10) no Centro de Rio Branco marcando a abertura das festividades de final de ano na capital acreana, que tem como tema “Natal de vida, esperança e dignidade”.

Centenas de rio-branquenses acompanharam a inauguração da decoração natalina, que conta com uma árvore de Natal de 8 metros, uma cortina de luzes montada na Avenida Getúlio Vargas e a casinha azul do Papai Noel azul na Praça da Revolução.

“Rio Branco merece muitas luzes, merece muita coisa bonita e esta praça está linda, muito mais bonita que a do ano passado e estou feliz com isso. Feliz que depois de uma pandemia, onde muita gente perdeu seus familiares, momento de muita tristeza, e agora precisamos ter alegria. Vamos ter programações diversas aqui, por meio da Fundação Garibaldi Brasil e tenho certeza que vai ser um Natal muito lindo. Só posso agradecer ao nosso povo de Rio Branco, estou muito feliz de ver as pessoas felizes aqui”, disse o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

A vendedora Tácia Andrade Lima foi com toda família acompanhar o acender das luzes de Natal. “Está tudo muito lindo, perfeito. A chuva de fogos também foi linda. Natal pra mim representa família e Jesus veio aqui na terra para nos salvar, então esse dia é muito marcante pra gente.”

“Estou achando muito bonito, em relação ao ano passado ficou ainda melhor. O Natal é uma data muito importante, representa o nascimento de Jesus”, disse o militar Isaque Cavalcante, que também foi com a namorada prestigiar a inauguração da decoração natalina.

Inauguração da decoração de Natal foi acompanhada por centenas de rio-branquenses — Foto: Diego Gurgel/Secom

Inauguração da decoração de Natal foi acompanhada por centenas de rio-branquenses — Foto: Diego Gurgel/Secom

Governador e o prefeito de Rio Branco acompanharam acender das luzes de Natal — Foto: Diego Gurgel/Secom

Governador e o prefeito de Rio Branco acompanharam acender das luzes de Natal — Foto: Diego Gurgel/Secom

Inauguração da decoração de Natal foi acompanhada por centenas de rio-branquenses — Foto: Murilo Lima/Rede Amazônica

Inauguração da decoração de Natal foi acompanhada por centenas de rio-branquenses — Foto: Murilo Lima/Rede Amazônica

Luzes de Natal são acesas no Centro de Rio Branco — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Luzes de Natal são acesas no Centro de Rio Branco — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Cortina de luzes foi montada na Avenida Getúlio Vargas, em Rio Branco — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Cortina de luzes foi montada na Avenida Getúlio Vargas, em Rio Branco — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Com árvore de 8 metros, iluminação de Natal é inaugurada no Centro de Rio Branco neste sábado (10) — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Com árvore de 8 metros, iluminação de Natal é inaugurada no Centro de Rio Branco neste sábado (10) — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Investimento de mais de R$ 800 mil

A prefeitura investiu mais de R$ 800 mil para decorar parte da Avenida Getúlio Vargas, a Praça da Revolução e a Praça do Relógio. Para garantir o funcionamento das luzes, Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) fez a substituição de 50 postes de energia da região.

Para montar a decoração, a prefeitura chegou a interditar um trecho da Avenida Getúlio Vargas que fica entre a Avenida Brasil e Rua Rui Barbosa. A via foi liberada na quinta (8) e a ornamentação concluída na sexta (9).

Em 2021, decoração da cidade virou alvo de críticas pela predominância da cor azul, que faz alusão ao partido do prefeito da capital, Tião Bocalom. Inclusive, a Casa do Papai foi pintada de azul e chegou a ser mudada diversas vezes.

Este ano, a casinha do Papel Noel segue azul, mas ganhou alguns desenhos na cor branca e tem uma fachada verde.

Casinha do Papel Noel foi pintada de azul novamente este ano — Foto: Eldérico Silva/Rede Amazônica Acre

Casinha do Papel Noel foi pintada de azul novamente este ano — Foto: Eldérico Silva/Rede Amazônica Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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