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Madison Keys retornando o retorno à frente do palco, um vencedor surpresa do Aberto da Austrália em frente ao favorito Aryna Sabalenka
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Os organizadores do Aberto da Austrália, sem dúvida, previram apressadamente uma vitória para o titular de duplo título Aryna Sabalenka na final do primeiro torneio Grand Colem da temporada. Como evidenciado pela presença da lenda do tênis australiano Evonne Goolagong, vencendo três vezes seguidas em Melbourne em meados da década de 1970, para colocar o troféu no sábado, 25 de janeiro.
Mas Madison Keys veio quebrar o sonho do trigêmeo da Bielorrússia, surpreendendo o número um do mundo (6-3, 2-6, 7-5). O epílogo de cerca de quinze brilho para o americano, que já havia eliminado em sua rota três outras cabeças de série: Danielle Collins (nº 10), Elena Rybakina (nº 6) e IGA Switek (no 2), impedindo a reunião no final entre a rainha do circuito e seu corredor -up.
“Ganhando meu primeiro título do Big Chelem, representa muito para mim, esperei tanto tempo depois de perder a final do Aberto dos EUA há oito anos, não sabia se a oportunidade seria o novo dia. Minha equipe sempre acreditava em mim quando eu perdi toda a confiança ”, reagiu, muito emocionado, com os trinta anos (ela celebrará seu 30º aniversário em 17 de fevereiro).
“Você lutou tanto para ganhar esse troféu, é realmente merecido”, Faité Sabalenka, que também poderia combinar com Margaret Smith, Steffi Graf, Monica Seles e Martina Hingis, a última a ter assinado o chapéu -Trick em Melbourne (em 1999). Suas lágrimas de angústia estavam contrastando com as das chaves. Sob os olhos de Léon Marchand – passou alguns meses para treinar em Brisbane -, os 14e O mundo descarrilou o favorito.
Início perfeito da partida para as chaves
O estranho entre sem complexo em sua final, levando o serviço de Sabalenka de sua primeira oportunidade, aproveitando a febril e as falhas duplas do duplo titular do título. Cirúrgico, Keys demonstra suas qualidades em troca de que o IGA Swiatek nas semifinais e produziu o começo quase perfeito para a partida assinando o intervalo duplo (4-1). Nunca preocupada com ela em jogo, ela repousa em uma primeira bola infalível, deixando seu rival sem soluções.
Depois de apenas vinte e três minutos de jogo, Madison Keys recebe um conjunto: Sabalenka deve trabalhar para permanecer no suspenso (5-2), pois seu oponente tem uma resposta para tudo. A máquina está interrompendo ao servir para o ganho da primeira rodada (5-3), mas após a quarta falha dupla do número do mundo, o americano concluiu a primeira rodada de uma longa linha (6-3).
O nativo de Rock Island (Illinois) continua em seu momento e não entra em pânico para descartar duas bolas de quebra de dois segundos. Sabalenka acumula falhas diretas e a frustração se espalha por seu rosto. Mas ela tira vantagem de uma queda na dieta Keys para assumir a liderança (3-1). Muito menos hesitante, a bielorrússia evacua sua raiva, oferecendo quebra dupla (4-1). Mais inspirado, ele alterna tapas e acaricia depositando almofadas que prendem as chaves de Madison e recollem com uma rodada em todos os lugares (6-2).
Adolescente talentoso sob os holofotes
Sabalenka, cujo poder de forehand não tem igual ao circuito feminino desde a aposentadoria de Serena Williams, desestabiliza a americana com suas balas profundas. O nível de jogo aumenta em um tom no terceiro conjunto, como este pano de fundo alto assinado pelos 14e Global para concluir o ponto em 2-2. O mais velho dos dois jogadores não abdica e encontra sua velocidade e seu poder que evaporou no segundo conjunto. Ela pressiona os ombros de Sabalenka (6-5) e recebe sua audácia recebendo duas bolas de partida. O bielorrusso salva o primeiro, mas chaves desmarcam um de seus golpes retos exclusivos para oferecer sua primeira coroa em Major.
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Prometeu a glória desde tenra idade, o adolescente assinou um contrato da IMG a partir dos 14 anos, uma das agências mais proeminentes. Finalista infeliz do US Open em 2017 contra seu compatriota Sloane Stephens, ela continuou sendo assombrada com essa derrota por oito anos, ela repetiu em Melbourne nesta semana. Durante esta primeira final de Grand Chelem, “Eu estava tão consumido pelo meu nervosismo, no momento, a oportunidade (para ganhar um título importante) que eu não me dei a chance de realmente tocar ”analisou chaves com retrospectiva.
Quando os jornalistas perguntaram se ela duvidava durante todos esses anos, o americano jogou a franquia: “Eu mentiria se reivindicasse o contrário. Mas eu disse a mim mesma que me dar 100 % no meu trabalho foi a única coisa que finalmente controlava. É aqui que vêm os melhores momentos. »» Um retorno quebrado para a frente do palco para o que havia caído no anonimato do circuito por oito anos. Madison Keys ou Louve Patience.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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