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Maduro, da Venezuela, diz que cidadãos dos EUA estão entre grupo de ‘mercenários’ detidos | Notícias de Nicolás Maduro

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O presidente Maduro disse que o grupo incluía mercenários e “pistoleiros”, descrevendo dois detidos norte-americanos como “de muito alto nível”.

Presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou a prisão de um grupo de “mercenários” estrangeiros, incluindo cidadãos colombianos e norte-americanos, que, segundo ele, conspiravam para impedir a sua tomada de posse no final desta semana.

Maduro disse na terça-feira que o grupo estava planejando “atos terroristas” antes da cerimônia de posse na sexta-feira, descrevendo-os como dois “assassinos de aluguel” colombianos, três “mercenários” da guerra na Ucrânia e dois cidadãos norte-americanos.

Ele disse que os americanos detidos eram de “alto nível”, mas não forneceu mais detalhes ou evidências das prisões.

“Só hoje capturámos sete mercenários estrangeiros, incluindo dois mercenários importantes dos Estados Unidos”, disse ele numa transmissão na televisão estatal, antes de declarar um destacamento em massa de polícias e militares por todo o país.

“Tenho certeza de que nas próximas horas eles vão confessar”, acrescentou.

Maduro, que assumirá um terceiro mandato na sexta-feira após as eleições contestadas de julho passado, disse que o grupo foi capturado em partes não especificadas da Venezuela.

Em declarações proferidas a partir do palácio presidencial de Miraflores, disse também que as forças de segurança capturaram um total de 125 mercenários estrangeiros de 25 países diferentes. Disse que entraram na nação sul-americana “para praticar terrorismo contra o povo venezuelano”.

Nem o Departamento de Estado dos EUA nem o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Maduro, que chegou ao poder pela primeira vez em 2013, ao longo dos anos tem feito frequentes alegações selvagens de conspirações lideradas pelos EUA para depô-lo.

No final de 2023, o governo da Venezuela libertou dezenas de prisioneiros, incluindo 10 americanos, após meses de negociações entre Caracas e Washington, enquanto os EUA libertaram um aliado próximo de Maduro, o empresário colombiano Alex Saab.

As últimas prisões ocorreram poucas horas depois de o presidente dos EUA, Joe Biden, se reunir com o candidato da oposição venezuelana exilado, Edmundo Gonzalez Urrutia, bem como após relatos de que o genro de Gonzalez Urrutia havia sido sequestrado em Caracas.

Durante a reunião, Biden disse que apoiava uma “transferência pacífica de volta ao regime democrático” na Venezuela e alertou contra mais repressão dentro do país.

Tradução: tive uma longa reunião com o presidente Biden. O seu compromisso com uma transição pacífica e ordenada na Venezuela permanece intacto. Durante 45 minutos pudemos discutir em profundidade o impacto positivo que a expansão da democracia a partir da Venezuela terá na região. Obrigado, presidente Biden!

Gonzalez Urrutia – que foi declarado presidente eleito por vários governos da região, incluindo os EUA – está a visitar países amigos numa tentativa de aumentar o seu apoio internacional.

Washington e vários vizinhos democráticos da Venezuela acreditam que o líder da oposição venceu as eleições presidenciais de Julho por uma vitória esmagadora e que os resultados oficiais foram falsificados.

A oposição apelou a que “milhões” de venezuelanos compareçam em protesto na quinta-feira para evitar que Maduro mantenha o poder e seja oficialmente empossado.

Eles enfrentam uma batalha difícil.

Maduro, de 62 anos, e seu mentor político Hugo Chávez, falecido em 2013, governaram a Venezuela durante o último quarto de século.

Ambos afastaram ondas de pressão internacional e interna, mantendo o poder através de apelos populistas, eleições disputadas e o poder dos militares, da polícia e de gangues paramilitares.

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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