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Maguila: sempre simpático e humilde, diz leitor – 24/10/2024 – Painel do Leitor

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Maguila

“Morre Maguila, 66, maior boxeador peso-pesado do Brasil” (Esporte, 24/10). Maguila não recebeu o título mundial, mas recebeu o prêmio de lutador mais querido e carismático do boxe brasileiro. Sempre simpático e humilde, diferente de muitos ídolos do futebol. Meus sentimentos à família. Esse vai deixar saudades!

Paulo Cesar de Camargo Miranda (São Paulo, SP)

Poucas notícias me abalaram como essa. Nenhuma que me lembre nesse ano, e já perdemos muitas figuras históricas. Descanse em paz, grande Maguila. Você sempre será nosso maior boxeador.

Isaias da Silva (São Paulo, SP)

É uma estrela! Que tristeza, só gente boa morrendo, que ano estranho!

Maria Alice Costalonga (São Paulo, SP)

Uma das figuras mais icônicas do esporte nacional.

Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)

Lei Orgânica da Magistratura

“Aposentadoria compulsória com salário é medida mais dura contra magistrados; entenda” (Política, 24/10). Aposentadoria compulsória por prática de crime não é punição; é prêmio!

Valeria Stecca (São Paulo, SP)

Uma afronta ao contribuinte que vai continuar bancando esses magistrados fora da lei, eles aprontam e nós pagamos.

Márcia Meireles (São Paulo, SP)

Repasses

“Boulos ignora estatuto do PSOL e recebe dinheiro de familiares de banqueiros” (Política, 23/10). A esquerda caviar da cultura, banqueiros e pseudo-artistas. O apoio não é de graça, essa conta vai para o povo.

Daniele Leite Ribeiro Alo (Petrópolis, RJ)

Em política, vale tudo! Porém, o que chama mais atenção é o candidato Boulos participar de uma convocação do Marçal para discutir pautas. Espero que isso não ocorra, pois o candidato estará destruindo a imagem ética que ainda possui!

Marco A. Moreira (São Paulo, SP)

Depois reclamam quando eu acho política um nojo. Qualquer partido, esquerda, direita ou centro.

Nilo Mismetti (São Paulo, SP)

Militares nos EUA

“Trump é fascista e queria ter generais de Hitler, mas não sabe história, diz ex-aliado” (Mundo, 23/10). Qualquer presidente americano será sempre um déspota no que se refere às questões extramuros. Mas Trump talvez seja algo pior, pela ignorância que tem de temas básicos, pelo narcisismo ilimitado, pela falta de freios que enfrentou a vida toda como empresário sem escrúpulos.

Karina Kanazawa Rienzo (São Paulo, SP)

Quem quer que seja o presidente não vai mudar nada na política interna e externa. Quem detém o poder nos EUA e o Pentágono é a indústria de armas.

Rubens Gonçalves (Curitiba, PR)

Erros científicos

“As falhas nos estudos sobre pessoas centenárias” (Drauzio Varella, 23/10). A ciência não é infalível. E isso é usado para abalar a confiança nela. No entanto, ela se autocorrige e não há nada melhor para colocar em seu lugar.

Vito Algirdas Sukys (Santo André, SP)

Aparências literárias

“Vandalizar livros é a última moda decorativa” (Sérgio Rodrigues, 23/10). Uma estante diz um bocado sobre o dono da casa. É interessante bisbilhotar as escolhas literárias dos outros. Sem lombada fica difícil.

Marie Santos (Brasília, DF)

Editorial

“Ou a esquerda se atualiza ou será diluída” (Opinião, 19/10). A Folha acusa a esquerda de “gastança” e oportunismo com o empreendedorismo, elogiando, de forma implícita, governos de direita. A crítica ignora que os partidos de direita aprovaram medidas que beneficiam magistrados bem pagos, inadimplentes, setores econômicos e emendas secretas, além de chantagearem o presidente. A gastança não é exclusiva da esquerda, e a crítica ao apoio a Maduro contrasta com a suavidade nas críticas a Netanyahu. O jornal deveria praticar jornalismo imparcial.

Soraia Patrícia da Silva Morais, coordenadora de comunicação e marketing do Maricato advogados (São Paulo, SP)



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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