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Maioria dos americanos ‘ansiosos’ e ‘frustrados’ com campanha presidencial – Pesquisa | Notícias das eleições de 2024 nos EUA

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Sete em cada dez americanos afirmam estar interessados ​​nas eleições nos EUA, mas consideravelmente menos estão entusiasmados com a campanha presidencial.

Cerca de 70 por cento dos americanos relatam sentir-se ansiosos ou frustrados com o Campanha presidencial de 2024mas muito menos estão entusiasmados com a eleição, descobriu uma nova pesquisa.

Democratas e Republicanos partilham emoções semelhantes em relação às eleições de 5 de Novembro. No entanto, é mais provável que os democratas estejam ansiosos, de acordo com a pesquisa divulgada na quinta-feira pelo Centro de Pesquisa de Assuntos Públicos da Associated Press-NORC.

A corrida permanece um empate virtual de acordo com a maioria das pesquisas, aumentando a tensão, com nem a democrata Kamala Harris nem o republicano Donald Trump mostrando uma liderança clara no sete estados decisivos principais esperado para decidir o resultado.

Nos seus comícios de encerramento, os candidatos e os seus apoiantes lançou ataques pessoais um contra o outro, com ambas as partes emitindo avisos terríveis e existenciais sobre o futuro da democraciae o país como um todo.

A pesquisa AP-NORC descobriu que 80% dos democratas disseram estar interessados ​​na campanha presidencial, juntamente com 77% dos republicanos. Entretanto, os independentes, não alinhados com nenhum partido, estão muito menos interessados ​​na campanha (54 por cento).

Cerca de 79% dos democratas dizem estar ansiosos, enquanto apenas 66% dos republicanos partilham desse sentimento.

Adultos negros sentem mais entusiasmo (46 por cento) com o concurso do que os adultos brancos (33 por cento). Os adultos negros também são menos propensos a sentir frustração do que os adultos brancos (55% contra 74%), bem como ansiedade (62% contra 73%), concluiu a pesquisa.

Os adultos hispânicos também estão menos frustrados (63 por cento) com a campanha do que os adultos brancos.

Alguns grupos dizem que estão mais ansiosos do que há quatro anos, apesar de as eleições terem ocorrido no meio da pandemia mortal da COVID-19.

Cerca de 80 por cento dos democratas dizem que “ansioso” descreve como se sentem agora, um pouco acima dos cerca de três quartos nas últimas eleições. Cerca de dois terços dos republicanos estão ansiosos, um aumento moderado em relação aos cerca de 60% em 2020.

O interesse nestas eleições é ligeiramente superior (75 por cento) ao de 2020 (72 por cento) e 2016 (69 por cento). E, apesar de o entusiasmo ser baixo, também é maior (36%) do que era em 2020 (30%) e 2016 (25%).

Uma coisa que permaneceu bastante constante é o nível de frustração com a campanha. Cerca de 69 por cento dos americanos dizem que “frustrado” descreve o seu estado emocional, o mesmo que era em 2020, embora ligeiramente inferior ao de 2016 (75 por cento).

A pesquisa com 1.233 adultos foi realizada de 24 a 29 de outubro de 2024, usando uma amostra projetada para ser representativa da população dos EUA. A margem de erro amostral é de mais ou menos 3,6 pontos percentuais.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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