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Mais da metade da Geração Z acha que o líder autoritário é melhor para o Reino Unido do que para a democracia, sugere pesquisa – Política do Reino Unido ao vivo | Política

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Andrew Sparrow

Quando Rachel Reeves fizer um discurso muito demorado sobre o crescimento na quarta-feira, ela deverá apoiar os planos para uma terceira pista em Heathrow – uma proposta que vários governos têm apresentado. por pelo menos 20 anos.

De acordo com o Financial Times, como parte da sua estratégia de crescimento, o governo está a reviver outro plano do passado; quer desenvolver o “Arco Oxford-Cambridge” como uma área para desenvolvimento de alta produtividade.

Em sua história Pedro Foster relatórios:

O secretário de Ciência, Peter Kyle, disse na segunda-feira que o governo quer duplicar a produção económica da região rica em ciência que se estende entre as duas universidades mais conhecidas da Grã-Bretanha, com o centro de produção e logística de Milton Keynes no meio.

“O Arco Oxford-Cambridge já é um motor de prosperidade, mas podemos ir ainda mais longe. Estamos determinados a desencadear a investigação e o desenvolvimento como uma força motriz na nossa missão de fazer crescer a economia em todos os cantos do país”, disse ele.

Nenhum novo dinheiro foi anunciado para o Arc na segunda-feira. Mas o governo comprometeu-se, no orçamento de Outubro, a entregar o projecto East West Rail que irá revitalizar a ferrovia “Varsity”, que ligava Oxford e Cambridge até ser encerrada em 1967.

O governo de Boris Johnson publicou planos para o “Arco Oxford-Cambridge” há quatro anos.

Um abrandamento persistente da actividade entre as empresas do sector privado poderá pesar sobre o crescimento económico nos próximos meses, com as empresas preparadas para cortar pessoal e aumentar os preços, de acordo com um relatório. CBI enquete. Relatórios da mídia PA:

O próximo aumento das contribuições para a segurança nacional levou as empresas a avaliarem urgentemente os seus orçamentos, afirmou o CBI.

A produção do sector privado deverá cair nos próximos três meses, depois de ter caído durante o período de três meses anterior, concluiu o inquérito.

A atividade tem permanecido estável ou em queda desde meados de 2022, refletindo um período prolongado de estagnação.

O CBIuma organização associativa que representa grandes cadeias até pequenas empresas, entrevistou 990 empresas entre dezembro e janeiro.

O inquérito sugeriu que o sentimento entre as empresas diminuiu na sequência do orçamento de Outono do Governo.

Alguns entrevistados destacaram que os aumentos de impostos resultaram na revisão dos seus orçamentos num curto espaço de tempo e na tomada de medidas para mitigar custos mais elevados.

Os planos incluem aumentar os preços para repassar custos adicionais aos clientes, reduzir planos de investimento e cortar pessoal para reduzir despesas comerciais.

Alpes Palejaeconomista-chefe interino do CBI, disse: “Depois de uma preparação sombria para o Natal, o Ano Novo não trouxe qualquer sentimento de renovação, com as empresas ainda esperando uma queda significativa na atividade.

Respondendo à pesquisa, André Griffitho secretário de negócios paralelo, disse: “As empresas sabem claramente que o verdadeiro bloqueador do crescimento é Rachel Reeves e os erros cometidos por este governo”.

Bom dia. É o dia em memória do Holocausto e o 80º aniversário da libertação de Auschwitz, e as notícias políticas de Westminster são relativamente fracas esta manhã porque as emissoras têm-se concentrado nestes eventos. O número 10 nem sequer tinha um ministro dando uma rodada de entrevistas matinais. Jakub Krupaque recentemente assumiu a redação do blog ao vivo Guadian Europe, está cobrindo aqui todos os eventos relevantes.

A grande notícia de Westminster ontem foi o fato de Keir Starmer e Donald Trump terem conversado pela primeira vez desde a posse. Eles conversaram durante 45 minutos, depois de Trump ter dado um endosso peculiar de “pessoa muito boa” (para um liberal) a Starmer aos repórteres do Força Aérea Um. (Foi um pouco paternalista – “ele fez um trabalho muito bom até agora” – mas, do ponto de vista do número 10, muito mais bem-vindo do que o que é dito quando o presidente está no modo “mau Trump”.) Eleni Courea tem a história aqui.

E esta manhã o Times está a divulgar algumas sondagens fascinantes que irão alarmar qualquer um que pense que a eleição de Trump é uma prova de uma mudança global no pensamento político com consequências preocupantes para a democracia. Isso sugere que os jovens pensam que o autoritarismo é preferível.

Recentemente, informamos sobre pesquisas sugerindo que um em cada cinco britânicos com idades entre 18 e 45 anos “prefiro líderes fortes sem eleições à democracia”. A nova pesquisa é uma versão mais extrema da mesma tendência.

Em sua história no Times, Alex Farber relatórios:

A maioria dos jovens é a favor de transformar o Reino Unido numa ditadura, de acordo com um estudo “profundamente preocupante”, que revelou uma aceitação do autoritarismo e do radicalismo entre a Geração Z.

Cinquenta e dois por cento da Geração Z – pessoas com idades entre os 13 e os 27 anos – disseram pensar que “o Reino Unido seria um lugar melhor se estivesse no comando um líder forte que não tivesse de se preocupar com o parlamento e as eleições”.

Trinta e três por cento sugeriram que o Reino Unido estaria em melhor situação “se o exército estivesse no comando”.

Quarenta e sete por cento concordaram que “toda a forma como a nossa sociedade está organizada deve ser radicalmente mudada através da revolução” – em comparação com 33 por cento das pessoas entre os 45 e os 65 anos.

A pesquisa foi realizada pela Craft para um relatório do Channel 4, Gen Z: tendências, verdade e confiança, que será divulgado no final desta semana.

Aqui está a agenda do dia.

Depois das 10h30: Kemi Badenoch presta depoimento ao inquérito Covid, no seu módulo sobre vacinas e terapêuticas, na qualidade de ex-ministra da Igualdade.

11h30: Downing Street realiza um briefing no lobby.

14h30: Bridget Phillipson, secretária de educação, responde a perguntas na Câmara dos Comuns.

Tarde: Nadhim Zahawi, o ex-ministro das vacinas, presta depoimento ao inquérito da Covid.

16h30: Ed Miliband, secretário de energia, presta depoimento ao comitê de auditoria ambiental sobre o resultado da conferência climática Cop29.

Se você quiser entrar em contato comigo, poste uma mensagem abaixo da linha ou me envie uma mensagem nas redes sociais. Não consigo ler todas as mensagens BTL, mas se você colocar “André” em uma mensagem dirigida a mim, é mais provável que eu veja porque procuro postagens que contenham essa palavra.

Se você quiser sinalizar algo com urgência, é melhor usar as redes sociais. Você pode entrar em contato comigo no Bluesky em @andrewsparrowgdn. O Guardião tem desistiu de postar de suas contas oficiais no X mas jornalistas individuais do Guardian estão lá, ainda tenho minha conta, e se você me enviar uma mensagem lá em @AndrewSparrow, eu verei e responderei se necessário.

Acho muito útil quando os leitores apontam erros, até mesmo pequenos erros de digitação. Nenhum erro é pequeno demais para ser corrigido. E também acho suas perguntas muito interessantes. Não posso prometer responder a todos, mas tentarei responder ao máximo que puder, seja BTL ou às vezes no blog.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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