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Mais de 230 mil deslocados na RDC desde o início do ano, afirma ONU | Notícias sobre conflitos
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12 meses atrásem
A ONU afirma que o deslocamento forçado é uma das crises humanitárias “mais alarmantes” do mundo.
Mais de 230 mil pessoas foram deslocadas desde o início do ano devido à escalada da violência no leste da República Democrática do Congo (RDC), de acordo com as Nações Unidas.
A agência da ONU para refugiados, ACNUR, descreveu na sexta-feira o deslocamento como “a crise humanitária mais alarmante” do mundo.
As províncias orientais ricas em recursos do Kivu do Norte e do Sul – que albergam mais de 4,6 milhões de pessoas deslocadas, segundo a agência – estão mergulhadas em conflitos há três décadas, com o grupo rebelde M23 a tornar-se um dos grupos armados mais poderosos do país. últimos anos.
Designado como “movimento terrorista” pelo governo da RDC, M23 conquistou grandes áreas do leste da RDC desde 2021, e no início deste mês, assumiu o controlo da cidade de Masisi, no Kivu do Norte.
No início deste mês, Bertrand Bisimwa, chefe da ala política do M23, disse à Al Jazeera que o grupo está a combater uma Guerra “defensiva”.
“Os crescentes confrontos entre grupos armados não estatais e o exército congolês nas províncias do Norte e do Sul do Kivu estão a intensificar uma das crises humanitárias mais alarmantes e subnotificadas do mundo”, disse Eujin Byun, porta-voz do ACNUR, falando aos jornalistas em Genebra.
O conflito, advertiu Byun, é “marcado por violações generalizadas dos direitos humanos e deslocamentos forçados massivos”.
Byun observou que os intensos combates nos territórios de Masisi e Lubero forçaram aproximadamente 150 mil pessoas a fugirem das suas casas apenas entre 1 e 6 de janeiro. Muitos regressaram brevemente durante uma pausa nos combates em 4 de Janeiro, mas foram forçados a fugir mais uma vez quando surgiram novos combates, segundo a ONU.
No território Fizi do Kivu do Sul, o governo local solicitou assistência internacional, observando que 84 mil pessoas procuraram refúgio lá.
Byun advertiu que os civis estão a sofrer “bombardeios indiscriminados e violência sexual”, sendo também os alvos crianças.
“As terríveis condições humanitárias já estão a piorar rapidamente e o acesso a estas populações vulneráveis está severamente restringido pela insegurança, pelos bloqueios de estradas e pela presença de actores armados violentos”, acrescentou Byun.
O ACNUR declarou que está pronto a prestar assistência assim que o acesso for restaurado, mas enfatizou que é urgentemente necessário mais financiamento.
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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