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Mais de um milhão de salmão despejado após mortalidade em massa ‘sem precedentes’ em fazendas de peixes da Tasmânia | Tasmânia
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2 anos atrásem
Adam Morton and Bob Burton
Pelo menos 1 milhão de salmão morreu nas fazendas de peixes da Tasmânia e foram despejadas em aterros sanitários e renderizando plantas em fevereiro no que as autoridades e a indústria descreveu como uma morte em massa “sem precedentes” desencadeada por um surto de bactéria.
A revelação de que as instalações de resíduos no sul da Tasmânia receberam mais de 5.500 toneladas de salmão morto no mês passado-equivalente a cerca de 1,07 milhão de salmão atlântico adulto, ou 8% da produção anual total no estado-seguiu semanas de relatos de pedaços gordurosos de peixes lavando as praias no Valley e na ilha de Bruny.
Os números não incluem o número de salmão que morreu do surto nos meses anteriores.
Novas questões sobre o tratamento do salmão foram levantadas na quinta -feira, quando a organização ambiental que a Fundação Bob Brown divulgou imagens de drones de cima de uma fazenda de salmão que aparece para mostrar que os trabalhadores bombeando se contorcendo salmão ao vivo em uma banheira carregando salmão morto e depois selando -o. Isso provocou acusações de crueldade e exige que a RSPCA pare certificação Aquicultura de Huon.
No sábado, a RSPCA disse em comunicado Ele suspendeu a certificação por 14 dias enquanto investigava ainda mais, dizendo que o “manuseio desumano de peixes vivos, doentes ou feridos, como mostrado no vídeo que está em circulação, é completamente inaceitável”.
O executivo -chefe interino da Autoridade de Proteção Ambiental do Estado (EPA), Cindy Ong, disse à Rádio ABC que a mortalidade em massa foi “o maior evento que já vimos” e “ainda não passou do pico ainda”.
“É correto dizer que é sem precedentes”, disse ela. “Esperamos que esteja em andamento por um tempo ainda, mas quanto tempo? Não sei.”
As autoridades disseram que as mortes foram causadas principalmente por uma bactéria endêmica, Piscirickettsia salmonisque foi encontrado nas águas costeiras leste e sudeste da Tasmânia desde pelo menos 2021. Eles disseram que a taxa de mortalidade foi exacerbada por temperaturas quentes da água no verão.
Ong disse que as mortes por peixes são “um aspecto conhecido da agricultura de salmão em todo o mundo”. Ela disse que a EPA estava investigando como o que ela descreveu como “óleo de peixe congelado” havia lavado a costa, começando com uma praia em Verona Sands, no vale de Huon, em 16 de fevereiro.
Os conservacionistas disseram que as mortes em fazendas operadas pela Huon Aquaculture and Tassal mostraram que a indústria agrícola de salmão do estado era “um pesadelo de bem -estar animal”. Segue as críticas anteriores de cientistas e ativistas sobre o impacto da indústria no meio ambiente e particularmente no Skate Maugean em extinção no porto de Macquarie, na costa oeste do estado.
O Bob Brown O ativista da fundação Alistair Allan disse que as últimas filmagens de drones tiradas em uma fazenda de aquicultura de Huon no canal D’Estrecasteaux, ao sul de Hobart, que pareciam mostrar peixes ao vivo sendo colocados e selados em uma banheira seca com peixe morto significava que a RSPCA “não tinha escolha a não ser soltar sua certificação dessa indústria tóxica e cruel”.
“Esta é a realidade do salmão agrícola da fábrica. Nossas vias navegáveis e praias são cobertas com pedaços apodrecidos de salmão doente, o patins de Maugean foi empurrado para a beira da extinção, os recifes e os pisos do mar são cobertos de lodo e lodo, e as comunidades estão completamente cansadas da aquisição corporativa de suas águas ”, disse ele.
Os vizinhos do ativista da agricultura de peixes Jess Coughlan disseram: “Animais vivos que sofrem de doenças que são deixadas para sufocar até a morte absolutamente não devem ganhar o crachá da RSPCA que é exibido na costa ao lado da aquicultura da Huon, salmão cultivado”.
Em seu comunicado anunciando a suspensão de certificação de 14 dias, a RSPCA disse: “Como mostra a resposta pública a esse incidente, o bem-estar animal na agricultura é incrivelmente importante para os australianos, e isso não é diferente quando se trata de aquicultura. Os peixes são animais sencientes capazes de dor e sofrimento, e é por isso que o padrão aprovado pela RSPCA existe em primeiro lugar. ”
A Huon Aquaculture disse que lançou uma “investigação completa” sobre as imagens de vídeo, que estava “extremamente decepcionada” e que as ações mostradas não representaram “procedimentos operacionais padrão”.
Após a promoção do boletim informativo
O executivo-chefe do grupo da indústria Salmon Tasmânia, Luke Martin, disse que o evento de mortalidade em massa é um evento “sem precedentes, primeiro de tamanho”, e a EPA confirmou que a bactéria não tinha risco de tasmanianos ou meio ambiente.
“Tem sido um momento preocupante para nossas comunidades vizinhas e pedimos desculpas pelo impacto e queremos garantir a todos que estamos fazendo de tudo para consertar isso e fazer alterações no futuro”, disse ele.
As mortes neste verão seguem mais de 1.000 toneladas de salmão morrendo em fazendas de peixes em Macquarie Harbor durante sete meses na primavera e verão de 2023-24. As empresas de aquicultura devem se reportar à EPA quando mais de 0,25% dos peixes em uma gaiola morre com três ou mais dias seguidos. Os peixes mortos são frequentemente renderizados para uso em alimentos para animais de estimação, óleo de peixe e fertilizante agrícola. A indústria diz que o despejo no aterro é usado como último recurso.
O primeiro -ministro da Tasmânia, Jeremy Rockliff, nesta semana disse ao Parlamento que as mortes eram “muito preocupantes” e ele esperava que a indústria fosse transparente com a comunidade.
Entrevistado no ABC, o ONG disse que as inspeções do local das instalações que receberam salmão morto descobriram que alguns não estavam cumprindo a lei e provavelmente enfrentariam “ação de execução”. Ela se recusou a nomear as instalações que receberam carcaças de peixe ou enfrentaram possíveis penalidades.
O deputado dos Verdes Vica Bayley acusou a EPA de “manter os tasmanianos no escuro”. “A EPA continua a reter informações do público”, disse ele. “Eles precisam parar com o sigilo e serem antecipadamente com os tasmanianos.”
As mortes no sul do estado vêm em meio a uma luta política pelo futuro da indústria de salmão no porto de Macquarie. O porto é a única casa conhecida do skate Maugean, uma espécie de raio que foi afetada pela desoxigenação da água causada pela expansão da fazenda de peixes.
O primeiro -ministro, Anthony Albanese, no mês passado escreveu para as empresas de salmão que promissores trabalhistas legislariam Garantir “a agricultura sustentável de salmão” poderia continuar no porto, apesar de uma revisão legal em andamento de uma decisão de 2012, permitindo que o setor se expanda. A intervenção do albanese seguiu o lançamento de um novo relatório científico, sugerindo que a situação do skate havia melhorado um pouco depois de travar a última década.
O senador independente da Tasmânia Jacqui Lambie nesta semana disse que apoiava a agricultura de salmão, mas pedia que ele parasse no porto.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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