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Mais duas pessoas são presas por invadir casa e matar homem em Rio Branco

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Prisões ocorreram na tarde desta quarta (16) no Conjunto Ilson Ribeiro, onde Marcos Vinícius foi assassinado em dezembro do ano passado.

Mais duas pessoas foram presas pela morte do jovem Marcos Vinícius Martins de Lima, assassinado a tiros depois de ter a casa invadida no Conjunto Ilson Ribeiro, em Rio Branco, em dezembro do ano passado. A prisão ocorreu na tarde desta quarta-feira (16), no onde o crime ocorreu.

“Passamos a atuar na região do Ilson Ribeiro tendo em vista os vários homicídios praticados ali. Identificamos que há uma disputa na localidade, e os investigadores passaram a fortalecer a investigação na região, prendemos o autor de um dos crimes praticado em dezembro”, disse o delegado Cristiano Bastos.

Na segunda-feira (14), a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu Marcos de Souza Nascimento, também suspeito do crime. Os três suspeitos de envolvimento na morte do jovem estavam no local onde ocorreu o crime.

Lima foi atingido por tiros de espingarda e pistola enquanto estava na sala de casa. Um suposto grupo de uma facção criminosa invadiu a casa da vítima e efetuou vários disparos.

O delegado informou que o bairro sofre uma disputa das organizações criminosas pelo domínio das bocas de fumo. A polícia apreendeu as armas que podem ter sido usadas no dia do crime.

“Temos três pessoas, mas estamos apurando a participação de um quarto elemento. A região está passando por constantes incidentes e identificamos que há uma disputa tanto pelo tráfico de drogas como pela organização no local”, destacou.

Presos em boca de fumo

Outras quatro pessoas também foram presas no Conjunto Ilson Ribeiro com drogas e um drone. Segundo a polícia, entre a quadrilha estava um rapaz procurado por homicídio praticado na região.

“O suspeito foi conduzido à delegacia, confessou a participação no crime, os demais estão sendo flagranteados também por conta da arma de fogo, droga e integrarem organização criminosa. Então, estamos desvendando mais um crime praticado no final do ano”, afirmou.

“O suspeito foi conduzido à delegacia, confessou a participação no crime, os demais estão sendo flagranteados também por conta da arma de fogo, droga e integrarem organização criminosa. Então, estamos desvendando mais um crime praticado no final do ano”, afirmou.

Por Aline Nascimento, G1 AC 

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Homem misterioso (nome não revelado) é condenado por comprar moto roubada

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Homem é condenado a um ano e cinco meses por comprar moto roubada.

Acusado desconfiou que tinha adquirido veículo roubado e durante abordagem de autoridades policiais evadiu-se

O Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco condenou homem a um ano, cinco meses e 15 dias de detenção em regime inicial aberto, além do pagamento de 11 dias-multa, em função do denunciado ter cometido o crime de receptação (artigo 180, caput, do Código Penal).

Conforme é relatado nos autos, as autoridades viram a moto trafegando pela Rua Benjamin Constant em atitude suspeita, consultaram a placa e constataram haver restrição no veículo, então, pediram para acusado parar, mas ele fugiu. Depois abandonou a moto e correu em direção ao matagal.

Sentença

O juiz de Direito Raimundo Nonato foi o responsável pela sentença, publicada na edição n°6.513 do Diário da Justiça Eletrônico, do último dia 10. O magistrado observou que durante o interrogatório, o acusado reconheceu que desconfiou que a moto fosse roubada, quando não obteve os documentos do veículo após a compra.

“O acusado declarou ter imaginado que a motocicleta tratava-se de produto de origem ilícita, confirmando que, quando a polícia deu voz de parada, a primeira coisa que pensou foi que teriam verificado a placa e, consequentemente, isso seria um problema”, anotou o juiz.

Receptação

Na sentença, o magistrado explicou que a receptação é delito acessório, pois a pessoa que comprou ou recebeu o item sabendo ser roubado é punida, independente da identificação dos responsáveis pelo roubo. O juiz também discorreu sobre as consequências desse tipo de crime.

“O crime de receptação sempre está por trás de algum fato delitivo, alimentando, em especial, a prática de outros crimes contra o patrimônio, motivo pelo qual deve o receptador ser censurado de modo exemplar, notadamente porque tem plena consciência de sua ação devastadora no submundo da criminalidade, com danos sequenciais de caráter irreparável à população”, concluiu. Com informações GecomTJAC.

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Juiz de Brasileia condena por furto qualificado dupla que arrombou residência

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Veículo roubado foi levado para Bolívia. O crime ocorreu em março de 2019.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Brasileia condenou dupla responsável por furto qualificado pelo concurso de pessoas. Um réu teve pena estabelecida em sete anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado e o condutor do carro de apoio do crime recebeu pena de quatro anos e dois meses de reclusão, em regime semiaberto.

De acordo com a sentença, os réus realizaram uma ação premeditada, arrombando o portão de uma residência e subtraindo um carro, uma moto e uma televisão durante a madrugada.

Segundo a investigação, ação criminosa foi demandada por um homem que está recluso na Bolívia. A intenção era roubar uma camionete, mas o dono tinha saído com o veículo, logo foi subtraído o outro carro que estava na garagem.

O veículo foi levado para território boliviano e não foi recuperado. Durante a perseguição policial, a moto foi abandonada duas ruas depois e o condutor do carro de apoio foi preso em flagrante. Havia outras pessoas envolvidas no ato infracional que não foram identificadas.

A confissão dos réus esclareceu que o carro furtado seria utilizado em um assalto ao banco, na qual um caixa eletrônico seria estourado por artefato explosivo e, de fato, três “bananas de dinamite” foram apreendidas com um dos agentes.

Um deles justificou que a finalidade do delito era pagar dívida na facção, porque tinha sido preso anteriormente com uma arma, assim, foi culpado por desmunir e deixar mais frágil a organização criminosa.

Ao arbitrar a dosimetria, o juiz de Direito Clovis Lodi considerou como majorantes da pena o fato de o crime ter sido praticado durante o período de repouso noturno e com rompimento de obstáculo, ou seja, o arrombamento. Os réus poderão apelar em liberdade e juntos devem indenizar a vítima em R$ 50 mil.

A decisão foi publicada na edição n° 6.513 do Diário da Justiça Eletrônico (fl. 42).

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