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Mais pessoas cruzaram o Canal da Mancha em pequenos barcos este ano do que em todo o ano de 2023 | Escritório em casa
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2 anos atrásem
Diane Taylor
O número de pessoas que cruzaram o Canal da Mancha em pequenas embarcações até agora neste ano superou o total que chegou em todo o ano de 2023, segundo números publicados pelo Escritório em casa.
Até sexta-feira, 29.578 pessoas haviam feito a travessia, em comparação com 29.437 no ano passado. É improvável que o total de 45.755 pessoas que chegaram em pequenos barcos em 2022 seja ultrapassado até ao final de Dezembro de 2024.
Desde que o Partido Trabalhista tomou posse em Julho, 16.336 pessoas atravessaram o Canal da Mancha em pequenos barcos, apesar da política do governo de impedir as travessias. Embora tenha havido prisões e processos judiciais de contrabandistas desde então, juntamente com apreensões de botes e coletes salva-vidas, não há indicação de que “esmagar as gangues”A política ainda teve impacto na passagem dos números.
Um refugiado sírio no Reino Unido que atravessou o Canal da Mancha num pequeno barco e outros familiares cruzaram o Canal da Mancha nas últimas semanas. Ele disse: “Este governo não será capaz de parar os barcos quando pessoas como eu e a minha família não tiverem outra forma de chegar à segurança”.
Robert Jenrick, o antigo ministro da imigração e um dos dois candidatos à liderança do Partido Conservador, disse: “Os planos do Partido Trabalhista para ‘esmagar os gangues’ estão em desordem após o primeiro contacto com a realidade.
“Eles desmantelaram, e não reforçaram, o esquema do Ruanda e são agora impotentes para parar os barcos. A Grã-Bretanha está agora à mercê dos gangues de contrabandistas e o público britânico pagará o preço com mais hotéis de asilo e indivíduos perigosos nas nossas ruas.”
Na quarta-feira três pessoas morreram tentando atravessar o Canal da Mancha, elevando o número de mortos no Canal este ano para 56, em comparação com 12 pessoas no ano passado. As últimas mortes ocorreram dias depois de um bebê morrer a bordo de um bote.
A Utopia 56, uma organização que apoia migrantes no norte da França, publicou uma mensagem nas redes sociais na quinta-feira, dizendo que recebeu um grande número de pedidos de socorro de pessoas em pelo menos 10 barcos diferentes que cruzavam o Canal da Mancha. A organização passa as coordenadas GPS de qualquer bote em perigo às guardas costeiras do Reino Unido e da França.
A guarda costeira do Reino Unido confirmou ao Guardian que na quinta-feira esteve envolvida numa operação no Canal da Mancha relativa a pequenas embarcações envolvendo navios da Força de Fronteira e uma aeronave de asa fixa.
após a promoção do boletim informativo
Enver Solomon, CEO do Conselho de Refugiados, disse:“Não devemos esquecer que aqueles que fazem as perigosas viagens através do Canal da Mancha são homens desesperados, mulheres e crianças que fogem da perseguição e da guerra, em países como o Afeganistão e o Sudão, simplesmente em busca de segurança e um futuro livre de medo.
“Dado que este ano já se tornou o mais mortal para as travessias do Canal da Mancha, é imperativo que o governo faça todo o possível para que os refugiados não tenham mais de colocar as suas vidas em perigo, adoptando uma estratégia abrangente que inclua não só desmantelar as redes de contrabando, mas também garantir segurança e vias legais para aqueles que procuram asilo e trabalham em estreita colaboração com parceiros europeus.”
O Home Office foi contatado para comentar.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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