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Mais protestos contra a lei marcial na Coreia do Sul enquanto ex-ministro da Defesa e policiais seniores são presos | Coréia do Sul
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2 anos atrásem
Agence France-Presse
O ex-ministro da Defesa da Coreia do Sul foi formalmente preso sob acusações de insurreição relacionadas à breve declaração de lei marcial do presidente Yoon Suk Yeol, disse um porta-voz do tribunal na quarta-feira.
Kim Yong-hyun, que foi detido pela primeira vez no domingo, foi agora preso sob acusações que incluem “envolvimento em funções críticas durante uma insurreição” e “abuso de autoridade para obstruir o exercício de direitos”.
Um porta-voz do Tribunal Distrital Central de Seul disse à AFP que a prisão formal de Kim ocorreu em meio a preocupações de que as provas pudessem ser destruídas.
Dois altos funcionários da polícia também foram detidos na madrugada de quarta-feira, à medida que a investigação sobre a turbulência política causada pela declaração da lei marcial ganhava força.
Pelo menos várias centenas de manifestantes reuniram-se na noite de terça-feira em frente à Assembleia Nacional, agitando bastões luminosos e segurando cartazes que diziam: “Impeach Yoon Suk Yeol, o criminoso da insurreição”.
Os escritórios dos legisladores do partido no poder estavam a ser vandalizados, informou a imprensa local na terça-feira, com uma imagem mostrando uma porta coberta com o que parecia ser ketchup e ovos e farinha espalhados pelo chão.
Os manifestantes também enviavam flores de condolências aos escritórios, normalmente reservados para funerais, para expressarem a sua oposição ao boicote, com cartazes onde se lia “cúmplices da insurreição”.
A polícia local no distrito de Dobong, em Seul, disse à AFP que uma “arma” não especificada foi encontrada em frente à residência do legislador do PPP, Kim Jae-sub, e ele solicitou segurança adicional.
Yoon suspendeu o regime civil há uma semana e enviou forças especiais e helicópteros ao parlamento, antes de os legisladores o forçarem a revogar o decreto num país considerado uma democracia estável.
Kim mostrou-se arrependido na terça-feira, dizendo através dos seus advogados que “toda a responsabilidade por esta situação recai exclusivamente sobre mim”.
Ele “pediu desculpas profundas” ao povo sul-coreano e disse que os seus subordinados estavam “apenas seguindo as minhas ordens e cumprindo os deveres que lhes foram atribuídos”.
Mais cedo na terça-feira, o chefe do Comando de Guerra Especial do Exército, Kwak Jong-geun, disse aos legisladores que Yoon havia ordenado que ele impedisse que um número suficiente de parlamentares se reunisse no parlamento para votar contra o decreto da lei marcial.
“O presidente me ligou diretamente por uma linha secreta. Ele mencionou que parece que o quórum ainda não foi alcançado e me instruiu a arrombar rapidamente a porta e arrastar as pessoas (legisladores) para dentro”, disse Kwak.
Os legisladores aprovaram uma moção na terça-feira para nomear um advogado especial para investigar o caso da lei marcial.
O partido no poder de Yoon disse que está a elaborar um “roteiro de demissão” que poderá levá-lo a demitir-se em Fevereiro ou Março, antes de novas eleições, enquanto a oposição planeia organizar uma votação de impeachment todos os sábados.
Um dia depois Yoon foi proibido de viajar para o exterioras autoridades proibiram mais altos funcionários de deixar o país, incluindo Cho Ji-ho, comissário-geral da Agência Nacional de Polícia Coreana, disse a polícia à AFP.
Cho e Kim Bong-sik, chefe da Agência de Polícia Metropolitana de Seul, foram presos na manhã de quarta-feira sem mandado, informou a agência de notícias Yonhap. Eles podem ser detidos por até 48 horas para interrogatório antes de uma prisão formal.
Já sob proibição de viajar estão os ex-ministros da Defesa e do Interior e comandante da lei marcial, General Park An-su, que junto com outros altos escalões foi interrogado por legisladores na terça-feira.
Yoon sobreviveu por pouco a um esforço de impeachment no parlamento no sábado, enquanto dezenas de milhares enfrentavam temperaturas congelantes para pedir a sua destituição. A moção falhou depois que membros do partido governante de Yoon, o Poder Popular (PPP), boicotaram a votação, privando a legislatura da necessária maioria de dois terços.
O PPP afirma que Yoon, 63 anos, concordou em entregar o poder ao primeiro-ministro e ao chefe do partido, o que levou a oposição a acusá-lo de um “segundo golpe”.
Uma força-tarefa do partido estaria analisando duas opções para seguir em frente, incluindo a renúncia de Yoon em fevereiro, com eleições em abril, ou a renúncia em março, com votação em maio.
Com a oposição a deter 192 assentos no parlamento de 300 membros, apenas oito membros do PPP precisam de votar a favor de uma nova moção de impeachment para que esta seja aprovada.
Na semana passada, dois legisladores do PPP – Ahn Cheol-soo e Kim Yea-ji – votaram a favor, e mais dois disseram na terça-feira que apoiariam a moção desta vez.
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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre
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20 de agosto de 2026
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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre
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19 de agosto de 2026A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.
As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”
Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.
Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.
Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre
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17 de agosto de 2026O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.
Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”
Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.
O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.
Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.
Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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