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‘Mais uma COP fracassa’, diz a ativista Greta Thunberg – 22/11/2024 – Ambiente
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A ativista sueca Greta Thunberg avaliou como um “completo desastre” e uma “traição” o rascunho de acordo sobre financiamento climático divulgado nesta sexta-feira (22) em Baku, no Azerbaijão, onde ainda está em andamento da COP29 (29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática).
“No momento em que as reuniões climáticas da COP29 estão chegando ao fim, não chega a surpreender o fato de mais uma COP ter fracassado”, escreveu na rede social X (antigo Twitter). “O rascunho atual é um completo desastre. Mas mesmo que as nossas expectativas estejam perto de nulas, nós não podemos jamais reagir a essas contínuas traições senão com raiva”, completou.
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Thunberg argumentou que os líderes mundiais estão “prestes a concordar com uma sentença de morte a inúmeras pessoas cujas vidas serão arruinadas pela crise climática”. Para ela, o rascunho desta sexta-feira está “cheio de falsas soluções e vazio em promessas”.
O último rascunho trouxe, no capítulo do financiamento climático, o compromisso de os países ricos desembolsarem US$ 250 bilhões ao ano para projetos de transição energética, mitigação e adaptação aos efeitos do aquecimento global nos países em desenvolvimento e pobres.
O valor representa menos de um quinto de US$ 1,3 trilhão, a cifra demandada. Também não chega a corrigir monetariamente o montante em vigor até 2025, de US$ 100 bilhões anuais até 2025.
A expectativa é de um acordo que atenda às exigências do mundo em desenvolvimento neste final de semana. A rigor, a COP29 já encerrou seu calendário, mas as negociações continuam enquanto as estruturas secundárias da conferência são desmontadas.
Greta Thunberg criticou especialmente a escolha do Azerbaijão como sede da COP29 ao qualificá-lo como um “petroestado repressivo e autoritário” empenhado na “limpeza étnica e em atos de genocídio” contra os armênios. Acusou também o governo azeri de silenciar a sociedade civil durante a conferência.
Mas foi mais incisiva em seu ataque aos líderes mundiais. “Os processos das COPs não apenas nos decepcionando. Eles fazem parte de um enorme sistema construído sobre a injustiça e desenhado para sacrificar a atual e as futuras gerações para assegurar as oportunidades de lucros inimagináveis de uns poucos e continuar a explorar as pessoas e o planeta”, escreveu.
A ativista, que não esteve presente em Baku para a COP29, concluiu que as lideranças mundiais não farão nada pela humanidade. A conferência atual, diz ela, é a prova.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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