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Marinha abre inscrições para jovens aprendizes; 800 vagas
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A Marinha está com inscrições abertas para jovens de 18 a 21 anos que queiram ingressar nas Escolas de Aprendizes-Marinheiros, com oportunidade para 800 vagas. Os salários podem chegar a R$ 2.294,50.
São oferecidas 704 vagas para homens e 96 para mulheres. As inscrições vão até 13 de fevereiro. A taxa de participação custa R$ 50 e deve ser paga até 14 de fevereiro. Os candidatos podem se inscrever por meio de um formulário disponível no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br.
O concurso será realizado em 6 de abril, por meio de prova escrita com 50 questões, aplicada em 20 cidades. Uma vez aprovado nessa etapa, o candidato terá que se submeter à prova física. O edital pode ser acessado aqui.
Salários e benefícios
Os jovens ainda receberão uniforme, alimentação e assistências médica, odontológica, psicológica, social e religiosa. Inicialmente, os alunos recebem bolsa-auxílio no valor de R$ 1.303,90, dos quais R$ 143,65 são de adicional militar e R$ 55,25 de adicional de compensação por disponibilidade militar.
Quando passarem a grumete (fase de especialização técnica do curso), o valor recebido será de R$ 1.398,30, também incluindo adicionais, como destaca o jornal Extra.
Depois da formatura, a remuneração de marinheiro passará a ser de R$ 2.294,50, incluindo adicionais. Para os marinheiros adaptados à carreira naval, há a possibilidade de permanência no Serviço Ativo da Marinha (SAM).
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Exigências
Para se candidatar, é preciso ter ensino médio e idade máxima de 21 anos, completados até 30 de junho de 2026. Devem ser jovens solteiros, sem filhos ou dependentes.
É preciso ainda ter altura mínima de 1,54 m e máxima de 2 m.
Os aprendizes-marinheiros serão capacitados em três áreas de especialização: eletroeletrônica (296 vagas), apoio (290) ou mecânica (214).
Concurso em duas fases
Com 50 questões, a prova reúne temas de Língua Portuguesa, Matemática, Física, Química e Língua Inglesa.
Já a etapa de teste físico envolve natação e corrida, avaliação psicológica e verificação de documentos.
Todas as etapas ocorrem entre maio e agosto.
Curso de formação
A capacitação dura 48 semanas, em regime de internato. Nesse período, os aprendizes têm aulas de ensino básico e do ensino militar-naval.
O início da qualificação está previsto para 26 de janeiro de 2026.
O curso de formação de marinheiros é realizado em quatro unidades:
- Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará (EAMCE), em Fortaleza;
- Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco (EAMPE), em Olinda;
- Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo (EAMES), em Vila Velha; e
- Escola de Aprendizes-Marinheiros de Santa Catarina (EAMSC), em Florianópolis.
Os candidatos a jovens aprendizes são submetidos a prova teórica e testes físicos. Foto: Marinha
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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