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Mark Zuckerberg ostenta um relógio de $ 900.000 enquanto encerra a verificação de fatos do Meta | Mark Zuckerberg

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Léonie Chao-Fong

Mark Zuckerberg usava um relógio suíço raro no valor de quase US$ 900 mil ao anunciar uma revisão radical da política no Facebook e no Instagram e se ofereceu para ajudar Donald Trump enfrentar governos considerados demasiado censores, de acordo com um relatório.

Em um mensagem de vídeo Postado no Facebook na terça-feira, Zuckerberg prometeu priorizar a liberdade de expressão após o retorno de Trump à Casa Branca e disse que a Meta Platforms – a maior empresa de mídia social do mundo – abandonaria seus verificadores de fatos terceirizados e recomendaria mais conteúdo político em todos os setores. suas redes sociais.

Meta, que também possui WhatsApp e Threads, planeja “trabalhar com o presidente Trump para reagir aos governos de todo o mundo que estão perseguindo as empresas americanas e pressionando para censurar mais”, acrescentou Zuckerberg.

Meta também “se livraria de um monte de restrições sobre temas como imigração e gênero” que estavam “fora de contato com o discurso dominante”, disse o bilionário de 40 anos, enquanto usava um Greubel Forsey “Hand Made 1” em seu pulso esquerdo, Bloomberg informou. O relógio é vendido por US$ 895.500 antes dos impostos, de acordo com o outlet.

Sobre seu siteGreubel Forsey diz que apenas duas ou três peças Hand Made 1 são produzidas a cada ano. Segundo a empresa, 95% dos relógios são feitos com ferramentas manuais e um único relógio requer 6.000 horas para fazer.

Zuckerberg, cujas escolhas de alfaiataria nos primeiros dias do Facebook consistia em camisetas cinza e moletons com zíper azul marinhofoi visto ostentando vários relógios raros de última geração nos últimos meses.

UM vídeo viral tirada durante o casamento de Anant Ambani e Radhika Merchant no ano passado mostrou Zuckerberg e sua esposa, Priscilla Chan, admirando um Richard Mille RM 30-01 de US$ 1 milhão usado por Ambani, o filho mais novo do homem mais rico da Ásia.

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“Este relógio é fantástico”, exclamou Chan no vídeo. “Isso é tão legal”, concordou Zuckerberg, dizendo: “Eu realmente nunca quis comprar um relógio, mas depois de ver isso, pensei: ‘Relógios são legais’”.

Desde então, Zuckerberg foi visto usando relógios de luxo da Patek Philippe, Jaeger-LeCoultre, De Bethune e duas peças da FP Journe.

De acordo com a ForbesZuckerberg ultrapassou o fundador da Oracle, Larry Ellison, na segunda-feira, tornando-se a terceira pessoa mais rica do mundo, com um património líquido de 217,7 mil milhões de dólares.

Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário do Guardian.



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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