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Martha Stewart critica filme da Netflix que ‘me faz parecer uma velhinha solitária’ | Filme
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2 anos atrásem
Catherine Shoard
A empresária e personalidade de TV Martha Stewart questionou um novo documentário importante sobre sua vida e trabalho, que estreou na Netflix.
Stewart, 83 anos, uma das personalidades de maior destaque da mídia nos EUA, critica a produção, o foco e a edição de Martha, de RJ Cutler. Ela cooperou na produção do filme e contribuiu com extensas entrevistas contemporâneas.
Em entrevista com O jornal New York TimesStewart desprezou o produto que ela estava promovendo nominalmente, dizendo que embora Cutler tivesse “acesso total” ao seu arquivo, ele “na verdade usou muito pouco. Foi simplesmente chocante.”
Ela teve problemas específicos com o segmento final do filme, que pressionou sem sucesso para que o diretor mudasse. “Aquelas últimas cenas comigo parecendo uma velhinha solitária andando curvada no jardim?” ela disse. “Rapaz, eu disse a ele para se livrar disso. E ele recusou.
“Eu odeio essas últimas cenas. Odeio-os. Eu havia rompido meu tendão de Aquiles. Eu tive que fazer essa operação horrível. E então eu estava mancando um pouco. Mas, novamente, ele nem menciona o porquê – que posso sobreviver a isso e ainda trabalhar sete dias por semana.”
O trabalho anterior de Cutler inclui estudos biográficos de Billie Eilish, Elton John, John Belushi, Dick Cheney e Anna Wintour. Seu primeiro crédito no cinema, The War Room, sobre a campanha presidencial de Bill Clinton em 1992, foi indicado ao Oscar de melhor documentário.
As outras críticas de Stewart a Martha incluíram a trilha sonora “péssima” e a cinematografia nada lisonjeira.
“Eu disse ao RJ”, ela disse: “’Uma parte essencial do filme é que você toca rap.’ Dr Dre provavelmente marcará, ou Snoop ou Fredwreck. Eu disse: ‘Eu quero aquela música’. E então ele consegue uma partitura clássica ruim, o que não tem nada a ver comigo.” (Stewart co-apresentou uma série de TV com Snoop Dogg, Potluck Dinner Party, entre 2016 e 2020.)
O diretor também se recusou a seguir suas instruções sobre câmeras, disse ela, apesar de usar três delas. “Ele escolhe usar o ângulo mais feio”, disse ela. “E eu disse a ele: ‘Não use esse ângulo! Esse não é o ângulo mais legal. Você tinha três câmeras. Use o outro ângulo. Ele não mudaria isso.”
Enquanto isso, Stewart sentiu que Cutler escolheu se concentrar desproporcionalmente em seu julgamento de alto perfil em 2004, o que levou à sua condenação por acusações criminais relacionadas à negociação de ações.
“Não era tão importante”, disse ela ao New York Times. “O julgamento e o encarceramento real duraram menos de dois anos em uma vida de 83 anos. Considerei férias, para falar a verdade.
No entanto, Stewart disse que gostou da primeira metade do filme, já que “aborda coisas que muitas pessoas não sabem nada” e disse que recebeu alguns comentários animadores de jovens telespectadoras.
após a promoção do boletim informativo
“Tantas garotas já me disseram que assistir isso lhes deu uma força que elas não sabiam que tinham”, disse Stewart. “E é isso que mais gosto no documentário. Realmente mostra uma mulher forte se defendendo e vivendo o terror, além de um grande sucesso.”
“Isso é o que eu queria que o documentário fosse”, acrescentou ela. “Não deveria ser eu me vangloriando de força interior e qualquer uma dessas porcarias. Deveria ser sobre mostrar que você pode passar pela vida e ainda ser você mesmo.”
O diretor respondeu às críticas do modelo dizendo à publicação: “Estou muito orgulhoso deste filme e admiro a coragem de Martha em confiar em mim para fazê-lo. Não estou surpreso que seja difícil para ela ver aspectos disso.”
Em 2021, Alanis Morissette rejeitou um documentário sobre sua vida e carreira, Jagged, que estreou no Festival de Cinema de Toronto e acusou a diretora Alison Klayman de trair sua confiança.
“Fui levado a uma falsa sensação de segurança e sua agenda lasciva tornou-se aparente imediatamente após ver a primeira versão do filme”, disse Morissette. “Esta não foi a história que concordei em contar.”
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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