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Más escolhas projetam dificuldades neste ano – 31/12/2024 – Opinião
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O ano de 2025, marco do primeiro quarto do século 21, começa sob a perspectiva de desafios não triviais para a política e a economia brasileiras. Compõe esse quadro uma combinação de escolhas infelizes nos dois polos do espectro ideológico, desajustes institucionais e contingências.
A conta da irascibilidade de Jair Bolsonaro (PL) durante o período em que governou o país caminha para ser explicitada no Supremo Tribunal Federal. Espera-se para os meses iniciais do ano uma denúncia do procurador-geral da República contra o ex-presidente por tentativa de golpe de Estado.
A ação que provavelmente se sucederá não deveria desviar-se nem sequer um milímetro do devido processo legal. Uma coisa é apontar o inegável pendor autoritário de Bolsonaro, outra bem diferente é decidir se as condutas apresentadas pela acusação justificam condenação criminal.
Para tanto será necessário assegurar a ampla defesa, observar à risca os ritos processuais e sustentar as decisões em base estritamente técnica. Seria desastrosa uma reincidência da corte no padrão oscilatório que marcou o caso judicial do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Tampouco contribuirá para a normalização institucional a continuidade das ações heterodoxas do tribunal constitucional. O Supremo acaba de renovar a validade do inquérito das chamadas fake news, apesar de promessas de seu presidente de que essa anomalia estaria chegando ao fim.
Do lado petista, o ano que se inicia promete ser de desgaste em razão da opção irresponsável, contrária à praxe, de inaugurar o terceiro mandato de Lula com o pé no acelerador do gasto público. Dólar e juros em disparada, e a inflação em alta, privaram precocemente o governo de alternativas que não sejam custosas.
Manter a gastança precipitará ajuste selvagem pelos preços, o que implica cavalgada da carestia, afetando sobretudo os pobres. Aplicar um freio substancioso na despesa, de longe a melhor saída, reduzirá o impacto social e político da correção, sem necessariamente evitá-lo.
A chegada de Donald Trump à Casa Branca, que aumentará a imprevisibilidade geopolítica e acentuará medidas inflacionárias como a elevação de tarifas de importação e de barreiras à imigração, recomenda a países como o Brasil ainda mais cautela no manejo da politica econômica.
A aberração em que se transformou o regime das emendas no Congresso Nacional também prejudicará a boa condução dos assuntos públicos. A cobrança correta do STF de transparência nos desembolsos mal arranha a essência do problema, que embota a governabilidade no sistema presidencialista.
Por essas razões, 2025 se descortina como um ano de maiores obstáculos do que 2024. Suavizar ou mesmo inverter essa previsão dependerá em boa medida da qualidade e da tempestividade das ações de autoridades e representantes da população.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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