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Matthew Potts provoca reação da Inglaterra enquanto a Nova Zelândia contra-ataca com fogos de artifício tardios | Nova Zelândia x Inglaterra 2024
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2 anos atrásem
Ali Martin at Seddon Park, Hamilton
Através da combinação de uma série já conquistada pela Inglaterra, dos diversos adornos do aposentado Tim Southee e das fantasias em voga nas margens do arborizado Seddon Park, este o teste final poderia facilmente ter assumido uma vibração de fim de semestre. O críquete rápido e solto geralmente borbulha quando os jogadores estão cansados e a linha de chegada está à vista.
O que se seguiu, pelo menos inicialmente, foi bastante intransigente de ambos os lados. A Nova Zelândia foi colocada e parecia não apenas impulsionada por um despedida decente para Southee mas talvez também uma sensação de expiação pelo placar de 2 a 0, enquanto os marinheiros ingleses martelavam com poucos sinais de qualquer vantagem, tendo sido entorpecidos pela recente viagem de golfe ao Lago Taupo. A dois terços do dia de abertura, foi uma queda de braço.
Mas, apesar dos obstáculos, a Inglaterra forçou as coisas a seu favor mais uma vez. A Nova Zelândia, tendo começado com uma manhã sem postigos e 105 corridas compartilhadas por Tom Latham e Will Young, fechou com um aparentemente abaixo do par 315 para nove. Se Mitch Santner não tivesse marcado 50 invencibilidade, encerrando o jogo com um seis, poderia ter sido pior para os anfitriões. É verdade que eles foram inseridos por Ben Stokes no sorteio, mas poucos capitães o fazem neste pequeno campo encantador, esperando que uma onda de postigos se siga.
Pode ser que a melhor coisa que a Inglaterra fez antes deste – além dos 18 buracos em Kinloch – tenha sido refrescar o seu ataque trocando Matthew Potts por Chris Woakes. Não que Woakes tenha feito muita coisa errada na série. Mas soltou um costureiro que estava visivelmente puxando a coleira com Potts, construído como um buldogue de costas para cima, entregando 21 overs de grunhido para números de três para 75.
Entre eles, houve um momento em que o dia pareceu girar e continuou como uma espécie de estrangulamento pessoal. Kane Williamson simplesmente adora Seddon Park, tendo entrado em jogo com uma média de teste de 92,4 em 11 partidas no solo. E tendo habilmente aberto caminho para 44 e conduzido os anfitriões para 185 para três no início da sessão noturna, havia uma sensação sinistra de outro banquete se preparando.
Mas o mestre da Nova Zelândia gosta menos de Potts, contra quem caiu três vezes em quatro encontros, três verões ingleses atrás. Essa estatística agora indica quatro em cinco – oito corridas para quatro expulsões em 50 bolas, para ser mais preciso – depois de uma expulsão bastante irritante que fez com que aquelas mãos macias da L’Occitane desviassem a bola de volta para seus cotos.
Houve uma tentativa de Williamson de chutar a bola para longe, que encontrou ar fresco e, o que é incomum para um tipo tão legal, uma cabeça jogada para trás em desgosto. É improvável que a autoflagelação tenha diminuído muito depois disso, com Williamson assistindo do pavilhão enquanto a Nova Zelândia perdia mais cinco postigos sob o sol forte. Apenas o comício tardio de Santner e um pouco de diversão de Southee facilitaram as coisas.
A determinação da Inglaterra em não ceder com a série já garantida e com 17 testes realizados no ano ficou bastante evidente. Por um lado, Stokes acertou 23 saldos, sua carga de trabalho mais pesada em dois anos e, portanto, a maior desde a cirurgia no joelho, há 12 meses. E então houve a visão de Brydon Carse enviando algumas palavras para Potts quando seu companheiro de equipe em Durham não conseguiu pegar um quatro puxado na corda.
Carse estava ultrapassando a barreira da dor aquicom os pés bastante mutilados após dois testes impressionantes em turnê. Pouco depois de enviar punhais para Potts, ele foi recompensado por seus problemas, Rachin Ravindra dirigindo de forma arrogante e escorregando em 18 com Ben Duckett, que anteriormente aproveitou duas meias chances de Latham, segurando-se com segurança.
Este foi o primeiro de dois para 78 de Carse, e o terceiro da tarde. Latham, 63, e o reconvocado Young, 42, dominaram inicialmente, este último destacando parte da loucura de sua omissão pós-Índia com 10 limites doces. Mas quando ele sofreu uma entrega brusca de Gus Atkinson, e Latham fez cócegas em Potts para que Ollie Pope abrisse sua conta específica, a maré começou a se deslocar em direção à Inglaterra.
após a promoção do boletim informativo
Se a demissão de Williamson após o chá foi o caso de uma fechadura sendo arrombada, o que se seguiu foi como se o time do Swat se acumulasse com a captura, uma característica da superioridade da Inglaterra, em exibição mais uma vez. Primeiro veio Jacob Bethell como goleiro na cobertura para remover o perigoso Tom Blundell por 21, depois Harry Brook puxando uma pegada de revezamento na corda para atacar Matt Henry; o tipo que permanece espetacular, mas quase obrigatório.
O problema que provavelmente teve mais sucesso foi o de Southee, que se aposentava, que passou por uma guarda de honra e iniciou sua tentativa pessoal de transformar 95 seis em três dígitos. Ele bateu mais três, deliciando a última multidão, antes de sua tentativa de acertar um quarto ir para o céu e ser segurada por Carse.
Logo depois, Carse sentiu cãibras; outro sinal da chamada partida de teste de borracha morta que foi recebida com nada mais do que comprometimento total.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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