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Mbappé teve relação sexual com mulher na Suécia que avaliou como ‘consensual’, diz imprensa da França

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Kylian Mbappé manteve relações sexuais com uma mulher num encontro que, na sua avaliação, foi “consensual”, durante sua estadia em Estocolmo, na Suécia na semana passada. O jornal Le Parisien publicou a informação, mais tarde confirmada também pelo canal RMC Sport, que detalhou haver mensagens de texto entre o astro do Real Madrid e a jovem depois que ela deixou o hotel de luxo em que os dois se encontraram.

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O Le Parisien detalhou que a viagem era para ter sido uma “pausa confidencial”, de apenas quarenta e oito horas, sugerida por um amigo de Mbappé, o ex-colega de Paris Saint-Germain Nordi Mukiele. O guarda-costas do atacante estava de folga, e ele foi acompanhado pelo segurança que costuma ficar com o irmão dele, Ethan. Os jogadores recorreram a um concierge das estrelas, identificado como Marco D., para organizar festas na cidade.

Segundo o tabloide sueco Aftonbladet, um dos primeiros a revelar a história, Mbappé jantou com um grupo de pessoas próximas no restaurante Chez Jolie, na capital, e depois seguiu com o grupo para a boate ‘V’, uma exclusiva casa noturna da elite europeia em que só convidados são autorizados a entrar. Lá, o jogador e sua comitiva teriam reservado uma área para a qual foram convidadas quase 30 pessoas. Todas teriam deixado os celulares na entrada, noticiou o tabloide.

Segundo o Parisien, Mbappé passou aquela noite com uma mulher que conheceu horas antes. “Na cabeça do jogador de 25 anos, ela não pode ser a denunciante” de um estupro, investigado pelas autoridades da Suécia, disse o RMC, ao confirmar a relação.

Nesta terça-feira, o Ministério Público do país confirmou a abertura de uma apuração de um crime após a imprensa local noticiar o caso e dizer que Mbappé era investigado. A defesa do atleta nega qualquer envolvimento em crime e promete tomar medidas judiciais contra a mídia sueca.

Segundo as informações dos jornais Aftonbladet e Expressen e do canal público de televisão SVT, o capitão da seleção francesa está sendo investigado por um suposto estupro ocorrido durante os dois dias que Mbappé e um grupo de amigos passaram em Estocolmo, na semana passada.

Horas depois, Mbappé emitiu uma nota através de sua advogada, Marie-Alix Canu-Bernard.

“Ele está surpreso por saber que pode ser afetado. Preferiu ir treinar e pediu ao meu escritório que não deixe as coisas ficarem assim, porque não é possível se deixar ser caluniado e difamado desta forma. Por essa razão, vamos apresentar uma denúncia por calúnia”, declarou Canu-Bernard.

O comunicado do MP aponta que o ato teria acontecido no dia 10 de outubro em um hotel da capital da Suécia, mas não foram divulgados detalhes do caso.

Segundo um documento judicial ao qual a AFP teve acesso, o local da suposta agressão foi o Bank Hotel, no centro de Estocolmo, onde Mbappé estava hospedado.

O jornal Expressen informou na segunda-feira à noite que Mbappé é considerado “razoavelmente suspeito” na investigação, o que significa o menor grau de suspeita previsto na legislação do país escandinavo.

O Aftonbladet e a SVT informaram nesta terça-feira que conseguiram confirmar que Mbappé é a pessoa investigada por estupro.

No sistema judicial sueco existem dois graus de suspeita: “razoavelmente suspeito” e “provavelmente suspeito”. O primeiro, o mais frágil dos dois, raramente resulta em uma prisão provisória, enquanto o segundo é geralmente uma condição prévia à detenção, segundo o site do MP.

Mbappé não foi convocado pelo técnico da seleção francesa, Didier Deschamps, para os jogos da Liga das Nações, e o jogador aproveitou para visitar a Suécia com um grupo de amigos.

Contatada pela AFP, a advogada da denunciante, Petra Eklund, respondeu com uma mensagem por escrito: “Não posso fazer comentários neste momento”.

Mbappé deixou o país na sexta-feira e a denúncia foi apresentada no sábado, depois que a suposta vítima recebeu atendimento médico.

Polícia apreende roupas em hotel

O Expressen informou nesta terça-feira que os investigadores têm em seu poder, como evidências, uma calça preta de couro, uma blusa da mesma cor e algumas cuecas.

O próprio Mbappé reagiu na segunda-feira e chamou os relatos de ‘fake news’.

“FAKE NEWS!!!! Isto está se tornando tão previsível, às vésperas de uma audiência por acaso”, se indignou o jogador do Real Madrid na rede social X, relacionando a informação à audiência marcada para esta terça-feira diante de uma comissão da Liga Francesa de Futebol Profissional (LFP) no âmbito da disputa entre o atacante e seu ex-clube, o Paris Saint-Germain.

Mbappé exige do PSG 55 milhões de euros (cerca de R$ 335,6 milhões pela cotação atual) em salários não pagos e outros bônus. Citado indiretamente pelo jogador, o PSG limitou-se a “ignorá-lo e preservar sua classe e dignidade”, afirmou uma fonte próxima ao clube à AFP.

Mbappé mantém um controle rígido de sua imagem com um núcleo de pessoas próximas, familiares, advogados e porta-vozes. Toda a comunicação do atleta é calculada. Ao comentar as informações publicadas pela imprensa sueca, a defesa do astro afirmou que ele vive numa “bolha” e “não ficou sozinho” em nenhum momento em Estocolmo.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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