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Médico brasileiro que veste crianças de super-heróis antes da cirurgia é premiado na Itália; vídeo
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A iniciativa do médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães, que carrega crianças vestidas de super-heróis para a sala de cirurgia, foi reconhecida internacionalmente por ser uma forma de humanizar o tratamento da saúde. Ele é de Divinópolis (MG). – Foto: @otorrino.leandro
Lembra do médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães, que veste as crianças de super-heróis quando vão para a sala de cirurgia? Ele acaba de ser reconhecido na Itália com o prêmio WEmbrace Awards 2025 por sua história inspiradora.
Mostramos o Dr. Leandro em 2023 aqui no Só Notícia Boa. Morador de Divinópolis, em Minas Gerais, os vídeos dele carregando as crianças, vestidas de super-heróis viralizaram nas redes. Leandro aparece carregando meninos e meninas na maior farra, como se fossem para uma festa, só que iam para a sala de cirurgia. Assim, transformava os sentimentos negativos em algo lúdico.
“Sempre pensei em fazer medicina, nunca nem imaginei outra coisa. Quando cheguei no 3º ano (do ensino médio) fui lá e fiz a inscrição”, contou o médico otorrinolaringologista.
Reconhecimento internacional na Itália
Com esse dom e amor, Leandro acabou virando o grande vencedor do prêmio WEmbrace Awards 2025, na categoria Sfera The World, de “história inspiradoras”, em Milão, na Itália. A premiação celebra os profissionais e as instituições que atuam em favor da inclusão, diversidade e inovação na área da saúde.
Promovida pela Associação italiana art4sport ONLUS, a premiação é realizada todos os anos. O médico disse que jamais imaginaria que um vídeo feito despretensiosamente iria alcançar mais de 1 milhão de visualizações e chegar ao outro lado do mundo.
Leandro Brandão afirmou que sua única intenção é de transformar a experiência hospitalar em algo mais acolhedor. Para ele, o reconhecimento internacional é uma forma de reforçar a importância de se investir na humanização dos procedimentos médicos, especialmente em pacientes infantis.
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Humanização no ambiente hospitalar
Os vídeos ganharam a simpatia dos internautas e seguidores. “Achei que foi muito legal pra divulgar essa forma de fazer um atendimento mais humanizado com as crianças”, comemorou Leandro ao receber o prêmio.
O WEmbrace Awards 2025 é promovido pela Associação art4sport ONLUS, fundada em 2009 pela campeã paralímpica Beatrice “Bebe” Vio Grandis e seus pais, Teresa Grandis e Ruggero Vio.
Na premiação, o médico foi apresentado assim: “Leandro Guimarães, otorrinolaringologista pediátrico brasileiro, revolucionou a forma de lidar com o medo pré-operatório em crianças. Ao vesti-los como super-heróis como Batman e Mulher-Maravilha, ele transforma a ansiedade em coragem, deixando uma lembrança positiva da experiência no hospital”.
Simpatia dos internautas e seguidores
Nas redes, internautas e os seguidores comemoraram a premiação do médico brasileiro e pedem mais ações semelhantes.
A primeira a celebrar foi a mãe do médico, Andrea Guimarães. “Parabéns, meu filho! Que Deus continue abençoando seus caminhos e que você continue sendo esse homem do coração grandão igual a você, te amo”, reagiu.
Em italiano, Leandro recebeu elogios. “Parabéns pelo trabalho, reconhecimento merecido.”
“Sensacional sua responsabilidade e prática da humanização na saúde. Parabéns! Que todos os profissionais da área da saúde sejam despertados com as suas condutas humanizadas”, ressaltou uma seguidora.

O médico Leandro Brandão ficou famoso nas redes quando os vídeos dele levando as crianças vestidas de super-heróis viralizaram. Foto: @otorrino.leandro
Conheça o médico brasileiro Leandro Brandão Guimarães:
Veja como atua o médico brasileiro premiado na Itália:
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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2 horas atrásem
25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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