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Menino de 12 anos morre soterrada durante brincadeira em local de extração de areia no AC

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O pequeno Lucas Mesquita da Silva, de 12 anos, morreu soterrado nesse domingo (12) durante uma brincadeira em um barreiro – local usado para extração de areia – no bairro Ipepaconha, em Tarauacá, interior do Acre. O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer o resgate do menino.

Um vídeo gravado por moradora mostra o momento em que os bombeiros e populares tentam retirar menino debaixo do bloco de terra. (Veja acima)

Conforme os bombeiros, o menino estava brincando com outras crianças no local que tinha um barranco de cerca de 3 metros de altura, quando decidiu se esconder em um buraco e um bloco de areia acabou desmoronando sobre ele. Além da areia, uma parte de barro rígido no formato de uma grande pedra soterrou o menino.

 Bombeiros e moradores conseguiram tirar menino do local com vida, mas ele não resistiu e morreu no hospital — Foto: Reprodução

Bombeiros e moradores conseguiram tirar menino do local com vida, mas ele não resistiu e morreu no hospital — Foto: Reprodução

Com a ajuda de populares, os bombeiros conseguiram retirar o bloco de barro com o auxílio de um cabo amarrado à viatura. Em seguida, eles escavaram com pá e enxada o local até localizar Lucas, que estava sentado.

O menino ainda apresentava sinais vitais mínimos e foi levado às pressas até o hospital da cidade, mas não resistiu e morreu na sala de emergência da unidade. Entre as causas da morte apontadas pela equipe médica estão a possibilidade de trauma na cervical, trauma por esmagamento do tórax ou asfixia por esmagamento.

O secretário de Obras do município, Rosenir Artêmio, disse que o local é de propriedade do Exército Brasileiro e que é usado pela prefeitura para extração de areia e terra que são usados em obras pelas ruas da cidade. Segundo ele, há ainda um projeto em andamento para tornar o local um parque. O g1 fez contato com o Exército para saber sobre a situação da área e aguarda resposta.

Caso ocorreu nesse domingo (12) em Tarauacá — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

Caso ocorreu nesse domingo (12) em Tarauacá — Foto: Arquivo/Corpo de Bombeiros

“Lá tem um morro de barro e estamos fazendo apenas a regularização da terra, temos autorização do Exército para fazer a retirada do solo e como estamos retirando, aproveitamos em outros locais”, disse Artêmio.

Ainda conforme o secretário, o local não tem sinalização de risco, uma vez que não era esperado que podia ocorrer esse tipo de situação, mas que com a ocorrência deste final de semana, deve ser instalada uma placa de alerta.

Lucas Mesquita da Silva ainda chegou a ser socorrido e levado ao hospital de Tarauacá, mas não resistiu  — Foto: Arquivo pessoal

Lucas Mesquita da Silva ainda chegou a ser socorrido e levado ao hospital de Tarauacá, mas não resistiu — Foto: Arquivo pessoal

Nas redes sociais, a prefeita de Tarauacá, Maria Lucinéia, postou fotos de Lucas e lamentou a morte do menino.

“Eu quero lamentar o ocorrido e prestar a nossa solidariedade e condolências à família do Lucas, nos nomes dos pais Tais e Gilson. O Luquinhas sempre será recordado por esse sorriso contagiante. Um menino do bem, da paz e que conviveu em nossa casa e tinha uma grande amizade com o meu filho, Davi. Externamos à família as mais sinceras e sentidas condolências neste momento de dor.”

Com inforrmações de G1Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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