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Menor é apreendido por morte de adolescente entregue ao ‘tribunal do crime’ pela tia e madrasta no AC

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Um adolescente de 16 anos foi apreendido pela Polícia Civil, nessa terça-feira (21), suspeito de envolvimento na morte do adolescente José Evlair Felix de Araújo, de 14 anos. A vítima foi achada em uma cova rasa, na cidade de Feijó, no interior do Acre, em agosto deste ano.

Com essa apreensão, sobe para nove o número de pessoas suspeitas de participação no crime. Além do adolescente, oito pessoas foram presas. A Polícia Civil diz que o adolescente foi entregue ao “tribunal do crime” pela tia e madrasta.

O delegado Railson Ferreira, responsável pelo caso, informou que as investigações ainda estão em andamento e, pelo que apurado, ao menos mais quatro pessoas estão envolvidas nesse crime, entre maiores e menores de idade. Segundo ele, esse deve ser o maior caso do tribunal do júri da cidade de Feijó.

A última prisão ocorreu no último dia 17, quando três suspeitos foram alvos de mandados judiciais. Todos os presos foram indiciados e respondem pelos crimes de homicídio qualificado, organização criminosa e ocultação de cadáver.

Motivação

Uma das linhas de investigação é de que o adolescente teria estuprado a prima de apenas cinco anos e, com isso, a mãe da criança – tia dele – teria o levado ao “tribunal do crime”. Ainda segundo a polícia, a madrasta que conviveu com ele por 12 anos foi quem o entregou para que a facção o executasse.

O delegado disse que o exame de conjunção carnal ainda não foi feito na menina porque ela está muito abalada e não havia conseguido fazer o procedimento.

“A menina está muito nervosa, se treme muito quando toca no assunto e eu não posso revitimizá-la. Ficamos de tentar mais uma vez após 50 dias, mas só se ela conseguir. O laudo seria importante para entendermos a motivação do crime, mas não temos que ver se a criança vai ter condições de fazer esse tipo de exame”, esclarece.

O crime

Cinco pessoas foram presas em flagrante por envolvimento na morte do adolescente na cidade de Feijó. O corpo do adolescente foi achado no dia 22 de agosto enterrado em uma cova rasa, em uma área de mata no Ramal do Quinôr, em Feijó, e coberto por palhas.

Conforme informações da Polícia Civil, a suspeita inicial é de que o menor tenha sido morto por vingança, após supostamente ter cometido um estupro contra a prima de cinco anos. A polícia duvida da versão de estupro e pediu exame de conjunção carnal para comprovar.

“Acredito que a própria tia planejou isso, criou o cenário para matar o próprio sobrinho. A tia pediu a cabeça pro tribunal e a madrasta levou ele pra facção,” disse o delegado na época.

A investigação aponta que, antes de ser morto, o adolescente foi levado a vários locais, dentro e fora do perímetro urbano e durante sua execução foi torturado.

Segundo a polícia, a própria tia, conhecida por ‘Professora do Crime’, já tinha mandado disciplinar o irmão, que é pai do adolescente, há três meses. “Mulher bem diabólica”, disse o delegado.

Os crimes cometidos pelos presos vão desde de organização criminosa, ocultação de cadáver, homicídio qualificado por motivo torpe e formação de quadrilha.

com informações de G1Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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