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Mercados oscilam após falas de Trump sobre economia – 21/01/2025 – Mercado

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Os mercados mundo afora oscilaram nesta segunda-feira (20), em reação à posse de Donald Trump para seu segundo mandato à frente da Casa Branca.

As reações decorrem de um início mais brando que o esperado com a China –o que surpreendeu analistas– e a sinalização de que haverá tarifas mais punitivas aos vizinhos do norte.

O anúncio varreu a onda de alívio que pairava sobre o mercado depois de um discurso de posse sem anúncio de novas taxas comerciais. Trump mudou o tom em entrevista coletiva no Salão Oval e disse que pensa em tarifas de 25% sobre o México e o Canadá já a partir de 1º de fevereiro.

O dólar, que havia caído, reverteu o curso e atingiu máximas de cinco anos em relação ao seu equivalente canadense.

As ações de Hong Kong subiram, em movimento antagônico às ações de baterias e energia, que caíram.

O dia de negociação foi um bom lembrete da montanha-russa que os mercados percorreram durante o primeiro mandato de Trump.Desta vez, no entanto, os investidores estão mais otimistas com os riscos.

“Comentários preparados e improvisados movimentarão os mercados”, disse Tai Hui, estrategista-chefe de mercado na Ásia da JP Morgan Asset Management, em uma entrevista coletiva em Cingapura.

“Em vez de basear todas as nossas decisões de investimento no que é anunciado, talvez tenhamos que dar um passo para trás e simplesmente absorver. O que foi dito durante a campanha e o que agora está sendo estudado, pesquisado e implementado ainda deixará uma lacuna significativa”, complementou.

Trump prometeu impor imediatamente tarifas elevadas de 10% a 20% sobre as importações globais para os EUA e 60% sobre produtos da China, mas um memorando que ele emitiu após assumir o cargo apenas orientou as agências a pesquisar e investigar os déficits comerciais dos EUA.

O dólar atingiu maior alta de cinco anos a 1,452 dólares canadenses (CAD=D3) antes de se estabilizar em torno de C$1,44. Ele subiu, mas ficou abaixo das máximas do mês passado no peso mexicano MXN.

Os títulos do Tesouro se recuperaram e os futuros do S&P 500 ESc1 subiram 0,2%. Os futuros europeus STXEc1 caíram 0,4%. As ações chinesas e o yuan CNY=CFXS subiram provisoriamente. CNY/ .HK

“As tarifas são necessariamente um fardo”, disse Vis Nayar, diretor de investimentos da Eastspring Investments em Cingapura.

“Acho que devemos esperar volatilidade. Mas há esperança de que haja algum pragmatismo. Temos que assumir que ele não fará nada que apenas aumente a inflação dos EUA sem prestar atenção a isso.”

Trump assume o cargo com uma agenda ambiciosa que abrange comércio, imigração, cortes de impostos e desregulamentação, o que tem o potencial de impulsionar os lucros corporativos dos EUA, mas que também pode reacender a inflação e pressionar as taxas de juros para cima.

Em seu discurso inaugural, Trump prometeu fortalecer as indústrias de petróleo, gás e energia dos EUA e reprimir a imigração.

Ele perdoou apoiadores que atacaram o Capitólio quatro anos atrás. Ele também se retirou do pacto climático de Paris e declarou emergência para abrir caminho para mais produção de petróleo e gás.

As ações de baterias na Coreia do Sul caíram depois que ele revogou uma ordem que buscava garantir que metade dos carros novos vendidos nos EUA após 2030 fossem veículos elétricos. Um feriado nos EUA na segunda-feira significa que as ações reagirão apenas nesta terça (21).

“A maior parte do que ele tem falado ajudará a estimular o crescimento e os lucros corporativos”, disse Jack Ablin, diretor de investimentos da Cresset Capital.

“Mas muitas terão um custo. Precisaremos ver muito crescimento nos lucros para compensar até mesmo um pequeno aumento nas taxas de juros que poderia seguir tarifas mais altas” e outras propostas, ele disse.

Os mercados de criptomoedas, que dispararam na preparação para a posse de Trump, ficaram sob pressão, pois a falta de anúncios instantâneos favoráveis às criptomoedas gerou alguma decepção. O Bitcoin, que chegou perto de US$ 110.000 na segunda-feira, estava sendo negociado em torno da marca de US$ 100.000 e uma memecoin da marca Trump que atingiu quase US$ 75 no fim de semana caiu para US$ 36.

Durante o primeiro ano do primeiro governo de Trump, o S&P 500 subiu 19,4%, após uma alta de 5% em seus primeiros 100 dias.

Durante todo o seu primeiro mandato, o S&P 500 subiu quase 68%, mas viu períodos de volatilidade, decorrentes em parte de uma guerra comercial travada por Trump com a China.

“A grande questão na mente dos investidores agora é ‘como’ — como ele cortará custos, diminuirá a inflação e diminuirá as taxas de juros”, disse Josh Strange, presidente da Good Life Financial Advisors da NoVA, empresa de consultoria financeira.



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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