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Merz, da CDU, quer abordagem comercial ‘positiva’ de Trump – DW – 01/02/2025

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O candidato conservador da União Democrata Cristã (CDU) a chanceler e aparente favorito para eleições antecipadas em fevereiro na Alemanha, Friedrich Merzapelou a uma “agenda positiva” sobre o comércio com os EUA e o regresso do Presidente Donald Trump.

“Precisamos de uma agenda positiva com os EUA que beneficie igualmente os consumidores americanos e europeus”, Merz disse em entrevista à agência de notícias alemã dpa publicada na quinta-feira.

Recomendou mesmo que se considerassem novas tentativas de um acordo de comércio livre entre a UE e os EUA, depois dos esforços anteriores, apelidados de TTIP, terem sido congelados em 2017, no início do primeiro mandato de Trump.

“Uma nova iniciativa europeu-americana para o comércio livre conjunto poderia evitar uma perigosa espiral de tarifas”, disse Merz.

Elon Musk e Donald Trump em Brownsville, antes de um voo de teste da SpaceX, 19 de novembro de 2024.
Merz disse que seria sensato acreditar na palavra de Trump sobre seus planos tarifários, mesmo que eles possam não ser responsáveis ​​por agradar magnatas dos negócios como Elon Musk (FOTO DO ARQUIVO: 19 de novembro de 2024)Imagem: Brandon Bell/Getty Images/dpa/picture Alliance

Merz espera condições mais duras para os exportadores da UE em meio a Trump

No entanto, Merz também deixou claro que previa condições mais difíceis para as economias europeias após a tomada de posse de Trump, em 20 de janeiro.

Ele disse que provavelmente fazia sentido preparar-se para que os EUA se concentrassem mais em si próprios e nos seus próprios interesses, por exemplo através de tarifas de importação mais elevadas, à medida que Trump disse repetidamente que o faria durante e desde a campanha eleitoral.

“Mas a nossa resposta a isso não deveria ser: ‘Agora vamos começar com as nossas tarifas também'”, disse Merz.

Merz disse também que a Alemanha precisa de reduzir gradualmente as suas taxas de imposto sobre as sociedades para 25%, com os níveis actuais mais próximos dos 30%. Ele disse que isso resolveria os custos trabalhistas não salariais e tornaria o país um lugar atraente para fazer negócios novamente.

Então, disse ele, a Alemanha poderia dizer aos Estados Unidos: “Sim, estamos prontos para enfrentar esta competição com vocês também”.

Os EUA são o maior mercado de exportação da Alemanha e o seu maior local de investimento direto

Os EUA são o mercado de exportação mais bem-sucedido da Alemanha, com cerca de 10% de todas as suas vendas externas ou 157,9 mil milhões de euros (cerca de 163,5 mil milhões de dólares) em 2023. O número continuou aumentando em 2024com base em dados parciais.

As tarifas poderiam, portanto, ter sérias implicações para a economia alemãou pelo menos partes dele.

Entretanto, os EUA são a terceira fonte mais comum de importações alemãs – bem atrás da China e ligeiramente atrás dos vizinhos Países Baixos – representando cerca de 7% das importações alemãs, ou 94,7 mil milhões de euros.

O que as tarifas de Trump significam para a indústria em dificuldades da Alemanha

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Isto significa que a Alemanha tem um excedente comercial anual recorde com os EUA de pouco mais de 63 mil milhões de euros, que tem aumentado ligeiramente nos últimos anos.

Uma estatística ausente desta contagem, contudo, é que os EUA são também o local mais comum para investimento directo por parte de empresas alemãs.

Trump lamentou muitas vezes este desequilíbrio no comércio bilateralespecialmente durante a campanha eleitoral. Em várias entrevistas, ele recordou supostas conversas com a anterior chanceler Angela Merkel, onde se queixou de quão poucos carros americanos eram vendidos na Alemanha, por exemplo, em comparação com os alemães nos EUA.

Angela Merkel e Donald Trump sentam-se no Salão Oval da Casa Branca: 17 de abril de 2018.
Trump diz que muitas vezes reclamou com Angela Merkel do superávit comercial da Alemanha durante seu primeiro mandato (FOTO DO ARQUIVO: 17 de abril de 2018)Imagem: Kay Nietfeld/dpa/picture Alliance

msh/wd (dpa, Reuters)



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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