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Michel Barnier cotado para desempenhar um papel no Comitê Organizador

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Michel Barnier no Hôtel de Matignon, em Paris, em 13 de dezembro de 2024, durante a transferência de poder com François Bayrou.

Segundo os promotores dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2030, Michel Barnier era o homem certo para o trabalho. O primeiro-ministro ideal para finalizar o contrato que vincula as partes interessadas ao Comitê Olímpico Internacional (COI), dono dos Jogos. Pressionado a renunciar após a votação da moção de censura na Assembleia em 4 de dezembro, Michel Barnier poderá mais uma vez estar envolvido na questão dos Alpes franceses, revelou a Agence France-Presse na terça-feira, 17 de dezembro.

O nome do antigo primeiro-ministro foi mencionado, durante uma reunião terça-feira no Hôtel de Matignon, em Paris, com intervenientes franceses nos Jogos Olímpicos de 2030 e representantes do COI, para apoiar o futuro presidente da organização do Comité Olímpico. Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (Cojop) dos Alpes Franceses – função que deverá caber, salvo grande surpresa, ao ex-biatleta Martin Fourcade, de 36 anos.

Nada foi definido oficialmente durante esta reunião. Mas de acordo com A equipeMichel Barnier, 73 anos, “poderia, tendo em conta a sua experiência, liderar uma missão de prefiguração voluntária e temporária, como representante do COI”.

Ou seja, o ex-co-organizador dos Jogos de Albertville (Savoie), em 1992, muito bom conhecedor do mundo das Olimpíadas e dos territórios envolvidos, ajudaria nos primeiros meses do ano de 2025 Martin Fourcade a lançar o futuro Cojop , cuja criação foi adiada para o final de janeiro. Até o momento, o nome de seis vezes campeão olímpico Ainda tensos os executivos das regiões-sede dos Jogos Olímpicos, Auvergne-Rhône-Alpes (AURA) e Provence-Alpes-Côte d’Azur (PACA).

“Não há mais tempo a perder”

Uma fonte próxima a Matignon confirma quarta-feira, às Mundo, que este papel de “prefigurador” confiado a Michel Barnier foi decidido “a pedido das partes interessadas e em acordo com o COI e as autoridades francesas, em particular para apoiar o estabelecimento e ascensão da Cojop, bem como o estabelecimento das suas ligações com autoridades e territórios públicos”. Segundo esta mesma fonte, “Michel Barnier, que conta com a confiança do COI, mas também das duas regiões, poderia fornecer soluções”. Ou seja, a presença do ex-primeiro-ministro seria, para os líderes das regiões AURA e PACA, a garantia de que as decisões sobre as Olimpíadas de 2030 não serão tomadas sem eles.

A hipótese de Barnier também tranquilizaria o COI, que já não escondeu a sua impaciência ao ver o projecto francês escorregar nos últimos dias. O órgão com sede em Lausanne (Suíça) enviou uma carta nesse sentido a Matignon no início de dezembro, pouco antes da demissão do Sr. Barnier, instando as autoridades francesas a finalizarem a constituição da governação da Cojop.

David Lappartient também deu o alarme em 12 de dezembro. “A cinco anos dos Jogos, há uma certa urgência para que o Cojop seja criado e funcional”, lembrou o presidente do Comitê Olímpico e Esportivo Nacional Francês. “Não há mais tempo a perder. Quanto mais cedo melhor”confirma Mundo uma fonte governamental. Antes de adicionar: “Neste projeto, não temos escolha senão buscar um compromisso. »

Do lado das infra-estruturas, as coisas estão a progredir mais rapidamente. Criado em 1é Janeiro de 2025, Solideo 2030, que será responsável pela construção ou fiscalização da construção das instalações olímpicas (pista de gelo em Nice, extensão do salto de esqui de Courchevel, vila olímpica, etc.), já procura um diretor geral. A descrição do trabalho foi publicada em 30 de novembro em Diário Oficial.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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