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Microsoft oferece 35 mil bolsas gratuitas para Inteligência Artificial; veja como conseguir

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O estudante brasileiro Kael Soares, de Minas Gerais, criou o teclado ergonômico para resolver as próprias dores e agora vai ajudar outras pessoas - Foto: UFMG

Até 1º de junho, os interessados podem fazer inscrições para conquistar bolsas gratuitas que a Microsoft está oferecendo para cursos em Inteligência Artificial, tecnologia e computação em nuvem. – Foto: Freepik

Oportunidade. A Microsoft está oferecendo 35 mil bolsas gratuitas para cursos relacionados à Inteligência Artificial (IA), tecnologia e computação em nuvem. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 1º de junho. Avise aos amigos!

Os cursos podem ser feitos pela internet mesmo, a partir de qualquer dispositivo, no formato de bootcamps, modelo educacional baseado em trilhas práticas de aprendizagem com aulas, mentorias ao vivo e projetos de portfólio.

Mais que isso: depois de treinados, os participantes são incluídos no Talent Match, sistema que os conecta a oportunidades em grandes empresas. É chance de emprego na área!

Inclusão na rede de oportunidades

A iniciativa faz parte das comemorações dos 50 anos da Microsoft para incentivar a inclusão digital, capacitação profissional e empregabilidade, em parceria com a plataforma de educação DIO.

Os participantes têm acesso a conteúdos atualizados com foco em tecnologias emergentes e podem obter certificações reconhecidas, como a AI-102, voltada para profissionais que atuam com soluções em inteligência artificial.

A formação é voltada a quem busca ingressar ou se reposicionar no mercado de tecnologia, com ênfase na aplicação prática do conhecimento.

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Provas de certificação

Ao final de cada curso, os participantes estarão aptos para realizar provas de certificação amplamente reconhecidas pelo mercado de trabalho, uma oportunidade para impulsionar carreiras em tecnologia, segundo informações da Microsoft.

Na 8ª edição, o programa #ElasNaIA é parte de uma série de iniciativas organizadas pelo grupo Women at Microsoft, formado por funcionários da Microsoft que apoiam a diversidade e inclusão de mulheres nas carreiras em tecnologia.

A iniciativa oferece oportunidades de capacitação e certificações, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de carreiras. Com a demanda por habilidades em Inteligência Artificial em alta, é importante estar preparada para lidar com ferramentas de IA Generativa e agentes de IA, por exemplo.

Como se inscrever

Um diferencial desta edição é que todas as instrutoras são mulheres que trabalham na Microsoft com o desenvolvimento de inteligência artificial.

As inscrições podem ser feitas via  https://aka.ms/ElasnaIA

Certificação DP-700

A certificação DP-700 Microsoft Certified: Fabric Data Engineer Associate é voltada para profissionais que desejam atuar na área de engenharia de dados.

O exame avalia conhecimento e experiência com padrões de carregamento de dados, arquiteturas de dados e processos de orquestração.

A série de preparação para a certificação DP-700 abrange três principais áreas: gestão e transformação de dados, implementação e gerenciamento de soluções analíticas, e monitoramento e otimização de soluções analíticas.

As inscrições e sessões disponíveis estão em: https://aka.ms/DP700/EngenheiroDeDados

Ao final do curso, haverá certificação para ingresso no mercado de trabalho. Foto: Microsoft

A Microsoft oferece bolsas gratuitas para curso de Inteligência Artificial, com certificação para ingresso no mercado de trabalho. – Foto: Microsoft



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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