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Sai edital do concurso da PF; Mil vagas e salários de até R$ 26 mil

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O estudante brasileiro Kael Soares, de Minas Gerais, criou o teclado ergonômico para resolver as próprias dores e agora vai ajudar outras pessoas - Foto: UFMG

Saiu o novo edital do concurso público da Polícia Federal (PF), com mil vagas disponíveis em cinco cargos diferentes. Os salários impressionam e chegam a R$ 26,8 mil!

As oportunidades estão divididas entre os cargos de delegado, perito criminal, agente, escrivão e papiloscopista, com salários iniciais de R$ 14 mil. As provas estão marcadas para o dia 27 de julho e as inscrições já abrem no próximo dia 26 de maio.

Ao todo, são 120 vagas para delegado, 69 para perito criminal, 630 para agente, 160 para escrivão e 21 para papiloscopistas. O concurso exige curso superior e as inscrições se encerram no dia 13 de junho, no site da Cebraspe.

Vagas e salários

O novo edital trouxe uma notícia boa para quem sonha com uma vaga na Polícia Federal: são várias oportunidades!

Confira abaixo todos os cargos e salários.

  • Agente (630 vagas) – R$ 14.164,81
  • Escrivão (160 vagas) – R$ 14.164,81
  • Papiloscopista (21 vagas) – R$ 14.164,81
  • Perito Criminal – Área 1: Contábil-Financeira (16 vagas) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 2: Engenharia Elétrica/Eletrônica (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 3: Informática Forense (24 vagas) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 5: Geologia Forense (5 vagas) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 7: Engenharia Civil (2 vagas) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 11: Engenharia Cartográfica (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 12: Medicina Legal (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 16: Física Forense (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 17: Engenharia de Minas (1 vaga) R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 19: Genética Forense (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 20: Engenharia Ambiental (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 21: Antropologia Forense (1 vaga) – R$ 26.800,00
  • Perito Criminal – Área 22: Meio Ambiente (14 vagas) – R$ 26.800,00
  • Delegado (120 vagas) – R$ 26.800,00

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Inscrições online

As inscrições começam segunda-feria, 26 de maio, a partir das 10h da manhã, e seguem abertas até 18h do dia 13 de junho.

O processo é totalmente online e deve ser feito no site da banca organizadora, o Cebraspe.

Os valores das taxas de inscrição variam: R$ 250 para os cargos de delegado e perito criminal, e R$ 180 para agente, escrivão e papiloscopista.

Quem for inscrito no CadÚnico ou for doador de medula pode solicitar isenção da taxa entre os dias 16 de maio e 2 de junho.

Onde serão as provas

A prova objetiva e a prova discursiva estão marcadas para o dia 27 de julho e vão ser aplicadas em todas as capitais do país, além do Distrito Federal.

Para o cargo de delegado, os participantes vão fazer de uma prova oral realizada apenas em Brasília.

Além das provas escritas, o processo também conta com etapas de aptidão física, avaliação médica, avaliação psicológica e investigação social.

Quem concorrer às vagas de delegado e perito também vai ser submetido à análise de títulos, como pós-graduação e experiência profissional.

Concurso Administrativo

E essa não é a única oportunidade aberta para ingressar na Polícia Federal.

A instituição também está com um concurso público para a área administrativa e o prazo para inscrição se acaba hoje, dia 21, às 18h.

Há oportunidades para Agente Administrativo, Jornalista, Médico, Psicólogo, entre outros.

Clique aqui para ler a matéria completa no site do Só Notícia Boa.

O concurso da PF tem oportunidades para vários cargos. – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil



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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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