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Mikel Arteta desferiu um golpe chocante quando Edu deixou o cargo de diretor esportivo do Arsenal | Arsenal
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Nick Ames
Edu renunciou de forma sensacional ao cargo de diretor esportivo do Arsenal e provavelmente se juntará à rede de clubes liderada por Evangelos Marinakis, o Floresta de Nottingham proprietário.
A surpreendente saída do brasileiro encerrará cinco anos na gestão sênior do clube e significará que o técnico Mikel Arteta perderá um de seus principais aliados. O forte relacionamento do par não é segredo, mas Arsenal agora será necessário recalibrar. Não há sucessor atualmente escalado para uma função que não existia no clube antes de Edu assumir o cargo em novembro de 2022.
Entende-se que Arteta, como membro da equipe de liderança do Arsenal ao lado do vice-presidente executivo Tim Lewis e do diretor-gerente Richard Garlick, desempenhará um papel significativo na decisão de seus próximos passos.
“Esta foi uma decisão incrivelmente difícil de tomar”, disse Edu. “Agora é hora de buscar um desafio diferente. O Arsenal sempre estará no meu coração. Desejo ao clube e aos seus torcedores apenas coisas boas e tudo de melhor.”
O Arsenal tornou-se um candidato ao título desde que seu ex-jogador Edu voltou, inicialmente como diretor técnico, em julho de 2019. Ele esteve fortemente envolvido na chegada de Arteta cinco meses depois e cresceu em influência após a saída de Raul Sanllehi, seu chefe de futebol, em agosto de 2020. Apesar acertos e erros no início de sua gestão, ele passou a ser considerado parte integrante de uma política de transferências agressiva e eficaz que viu nomes como Martin Ødegaard, Declan Rice, Ben White, Gabriel Magalhães e Gabriel Jesus chegarem para transformar o perfil do time do Arsenal. A estrutura de recrutamento do clube foi reformulada e eles deixaram a bagagem transportada por nomes caros e experientes como Mesut Ozil e Pierre-Emerick Aubameyang.
Houve frustrações nas janelas mais recentes, sendo a falta de apoios genuínos para Ødegaard ou Bukayo Saka e uma incerteza contínua sobre a sua posição de centroavante como principais problemas. O Arsenal está em quinto lugar na Premier League desta temporada, após um início irregular e marcado por lesões no qual eles raramente recuperaram sua melhor forma fluida da era de Arteta. Acredita-se que nada disso, porém, tenha sido um fator por trás da saída de Edu.
Os laços de Edu com membros-chave da hierarquia do Arsenal vão além da estreita amizade com Arteta e sua demissão é considerada como tendo sido tratada em bons termos, e não como resultado de qualquer disputa interna. Embora seja consequência do interesse de longa data de Marinakis, a sua saída iminente não foi amplamente sinalizada. O momento preciso da sua libertação pode depender da compensação a ser acordada com o seu próximo empregador, bem como de outras formalidades contratuais.
Agora ele está sendo escalado para assumir um cargo sênior no grupo de Marinakis, potencialmente em uma posição executiva que envolva a supervisão de toda a rede. Forest, Olympiakos e os portugueses Rio Ave são os três clubes actualmente sob o seu controlo, mas considera-se provável uma expansão num futuro próximo. Acredita-se que Edu, a quem foi oferecido um pacote que vale consideravelmente mais do que seus atuais mandatos no norte de Londres, vê a função como o próximo passo em sua progressão na carreira.
após a promoção do boletim informativo
O jogador de 46 anos foi diretor de futebol do Corinthians após encerrar a carreira de jogador e, antes de retornar ao Arsenal, foi coordenador da seleção brasileira. A sua falta de experiência na administração do futebol europeu parecia uma preocupação no início, mas agora ele está pronto para um novo desafio trabalhando para o ambicioso e controverso Marinakis, cujo A equipe do Forest foi a surpresa da temporada e ficar em terceiro lugar na primeira divisão.
Um lembrete oportuno do circo que costuma cercar Marinakis chegou na manhã de segunda-feira, quando a Federação de Futebol confirmou sua recurso de proibição de cinco jogos no estádio por cuspir havia sido demitido. O magnata grego da navegação recebeu a suspensão depois de ser considerado culpado de cometer o crime contra os árbitros após o final do jogo. Jogo do Forest contra o Fulham em 28 de setembro. Uma comissão reguladora independente descreveu-o como “uma demonstração flagrante de comportamento desrespeitoso”.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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