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Milhares voltando para casa no sul do Líbano após cessar-fogo Israel-Hezbollah | Israel ataca o Líbano Notícias
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Como um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah entrou em vigor, grande parte do Líbano ficou quieto pela primeira vez após 14 meses de um conflito que matou milhares de pessoas.
Os residentes deslocados do sul do Líbano começaram a regressar às suas casas em meio às celebrações horas depois do início do cessar-fogo, às 4h (02h GMT) de quarta-feira.
Embora houvesse preocupações sobre se a trégua se manteria e levaria ao fim permanente dos combates entre os militares israelitas e o grupo armado libanês, também houve alívio em toda a pequena nação mediterrânica.
Milhares de pessoas dirigiram-se para o sul do Líbano, desafiando um aviso dos militares israelitas para se manterem longe de áreas anteriormente evacuadas.
Carros congestionaram a rodovia que liga a capital, Beirute, ao sul, com pessoas voltando com seus pertences amarrados em cima dos carros. O tráfego ficou congestionado na entrada norte da cidade portuária de Sidon.
As pessoas deslocadas também começaram a regressar à cidade costeira de Tiro em motos e carros.
A vasta escala da estratégia militar israelita de deslocamento forçado e bombardeamentos intensos que devastou vilas e cidades significa que muitas pessoas podem não ter muito para onde regressar.
Ao amanhecer em Beirute, nuvens de fumaça eram visíveis nas áreas atingidas pelos ataques israelenses antes da entrada em vigor do cessar-fogo.
Na terça-feira, os residentes da capital e dos subúrbios ao sul sofreram o dia mais intenso de greves desde o início da guerra.
Pelo menos 42 pessoas foram mortas em ataques israelenses no Líbano na terça-feira, segundo autoridades locais. O Hezbollah também disparou foguetes contra Israel, acionando sirenes de ataque aéreo no norte do país.
Pelo menos 3.823 pessoas foram mortas e 15.859 ficaram feridas em ataques israelitas no Líbano desde o início da guerra em Gaza, em Outubro passado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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