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Ministro da Defesa russo visita Coreia do Norte – DW – 29/11/2024

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Pular próxima seção Belousov da Rússia chega à Coreia do Norte para negociações de cooperação militar

29/11/202429 de novembro de 2024

Belousov da Rússia chega à Coreia do Norte para negociações de cooperação militar

O ministro da Defesa russo, Andrei Belousov, chegou a Pyongyang para conversações com Norte-coreano oficiais e elogiou a expansão da cooperação militar entre os dois países.

Belousov disse que um parceria estratégica assinada entre a Coreia do Norte e a Rússia em Junho, visava reduzir o risco de guerra, mantendo um “equilíbrio de poder” na região.

O ministro da Defesa norte-coreano, No Kwang-chol, classificou o esforço de guerra da Rússia na Ucrânia como uma “luta justa para proteger os direitos soberanos e os interesses de segurança do país”.

Quando Belousov chegou a Pyongyang, oficiais militares norte-coreanos foram vistos aplaudindo sob uma faixa que dizia: “Total apoio e solidariedade ao exército e ao povo russo em combate”.

Belousov é um ex-economista e substituiu Sergei Shoigu como ministro da Defesa em maio.

Desfile militar norte-coreano em Pyongyang
A Ucrânia diz que se envolveu com tropas norte-coreanas na região de Kursk, no oeste da Rússia (foto de arquivo: 8 de fevereiro de 2018, Pyongyang)Imagem: picture-alliance/Newscom

A visita do oficial russo ocorre dias depois que o presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, se reuniu com o ministro da Defesa ucraniano, Rustem Umerov, em Seul.

No início deste mês, a Ucrânia informou o primeiro confronto de suas forças com as tropas norte-coreanas que tinha sido destacado para a região fronteiriça russa de Kursk.

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Pular próxima seção Ucrânia diz que atingiu depósito de petróleo russo

29/11/202429 de novembro de 2024

Ucrânia diz ter atingido depósito de petróleo russo

Os militares ucranianos disseram ter atingido um depósito de petróleo na região de Rostov, no norte do Cáucaso, na Rússia.

“A Atlas faz parte do complexo militar-industrial russo que fornece produtos petrolíferos ao exército russo”, disseram os militares ucranianos no serviço de mensagens Telegram.

De acordo com o mesmo comunicado, Kyiv também atingiu uma estação de radar usada na defesa aérea russa em Região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia.

Zaporizhzhia é uma das quatro regiões ucranianas que a Rússia alegou ter anexado em setembro de 2022.

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Pular próxima seção Merkel diz que Kyiv poderia considerar “soluções diplomáticas” para a guerra

29/11/202429 de novembro de 2024

Merkel diz que Kyiv poderia considerar “soluções diplomáticas” para a guerra

A ex-chanceler alemã, Angela Merkel, apelou à Ucrânia e aos seus aliados para considerar soluções diplomáticas para acabar com a guerra com a Rússia.

“A Rússia não deve vencer esta guerra”, sublinhou Merkel numa entrevista à emissora alemã ZDF, acrescentando que a invasão de Moscovo foi uma “violação flagrante do direito internacional”.

Merkel disse que ela trabalhou para evitar a escalada das tensões com Moscou durante seu mandato como chanceler de 2005 a 2021.

“Não é apenas do interesse da Ucrânia, mas também do nosso interesse que (o presidente russo, Vladimir Putin) não vença esta guerra”, disse ela.

Ucrânia pode perder território no plano de paz Kellogg

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No entanto, Merkel também sublinhou a necessidade de “considerar sempre soluções diplomáticas em paralelo” ao apoio militar contínuo.

Ela disse que Kiev e seus aliados terão que decidir juntos quando chegará “o momento certo” para as negociações.

Merkel disse que apoiava o governo de Políticas do chanceler alemão Olaf Scholz em relação à Ucrâniasublinhando que Berlim é um dos maiores apoiantes de Kiev.

“Apoio tudo o que a comunidade internacional está a fazer para colocar a Ucrânia numa boa posição”, disse ela, acrescentando que não seria fácil para Kiev alcançar uma vitória militar contra Moscovo.

sdi/zc (AFP, AP, dpa, Reuters)

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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