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Miss Universo 2024: Brasil não classifica; Dinamarca vence – 17/11/2024 – De faixa a coroa

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Fábio Luís de Paula

Cidade do México

A brasileira Luana Cavalcante, 25, não conseguiu se classificar entre as 30 semifinalistas do Miss Universo 2024. Com isso, a pernambucana ficou fora da competição pelo título deste ano, que aconteceu na Cidade do México, capital mexicana.

A dinamarquesa Victoria Kjaer, 21, foi a vencedora da noite e é a nova Miss Universo. Ela é a primeira campeã de seu país, que nunca venceu a competição mundial, criada em 1952. Em segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, as misses Nigéria, Chidimma Adetshina, 23, e México, María Fernanda Beltrán, 24.

Completaram o Top 5 as representantes da Venezuela, Ileana Márquez, 28, e da Tailândia, Suchata Chuangsri, 21. Este ano o mundial celebrou sua 73ª edição com um número recorde de candidatas. Eram 125 mulheres de todas as partes do planeta, que lutaram pela coroa que pertencia à nicaraguense Sheynnis Palacios, 24, titular de 2023. Até o ano passado, o limite do grupo era de 95 representantes.

Esta é a quarta vez seguida que a representante brasileira no concurso fica de fora do primeiro corte. Em novembro passado, a gaúcha Maria Brechane não se classificou, assim como em 2022, a capixaba Mia Mamede não fez o primeiro corte de 16 semifinalistas.

Em 2021, a cearense Teresa Santos também parou no mesmo ponto da disputa. Já em 2020, na contramão de suas sucessoras, a gaúcha Júlia Gama bateu na trave e ficou em segundo lugar, atrás apenas da mexicana Andrea Meza.

Antes delas, a última vez que o Brasil tinha ficado de fora do primeiro corte foi em 2010, com a mineira Débora Lyra. Desde então, todas as misses brasileiras ficaram pelo menos na 20ª colocação —o número de semifinalistas variou entre 20 e 13 durante esses anos.

Se tivesse vencido, Luana quebraria um jejum de 56 anos no certame, já que a última vez que o Brasil venceu foi em 1968, com a baiana Martha Vasconcellos.

Os missólogos –nome dado aos especialistas em concursos de beleza– avaliaram que a pernambucana estava no páreo pela vitória, ao lado da venezuelana e da dominicana Celinee Santos, 24.

Natural de Recife, Luana é a primeira representante de Pernambuco a vencer o título nacional, que garante vaga para o Miss Universo. Além disso, ela é também a primeira mulher casada a sentar no trono brasileiro e também a primeira mamãe! O filho de Luana é o pequeno Pedro, de 4 anos, fruto de seu casamento de 6 anos.

Ela iniciou a carreira como modelo aos 13 anos e logo deslanchou em passarelas fora do Brasil, trabalhando com marcas internacionais. Tanto que, há 5 anos, ela se mudou para a Itália, onde mora atualmente. Em decorrência de sua profissão, a jovem teve que desenvolver sua comunicação em outros idiomas e, além do português, fala fluentemente inglês, espanhol, italiano e um pouco de francês.

Mais uma curiosidade sobre a nova Miss Brasil é que ela também é atriz, e está no elenco de filmes como “Filhos de Mangue” (2023) e “Batalha de Saipan” (2022).

Fábio Luís de Paula é jornalista especializado na cobertura de concursos de beleza, sendo os principais deles o Miss Brasil e o Miss Universo.



Leia Mais: Folha

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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