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Trump converte eleitores na Califórnia azulada – era tudo uma questão de economia? | Califórnia

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Dani Anguiano in Butte county

Donald Trump, em 5 de Novembro, expandiu a sua coligação por todos os Estados Unidos, e fê-lo mesmo na azul-escura da Califórnia.

Enquanto Kamala Harris sem surpresa, derrotou Trump no Golden State – recebendo cerca de 60% dos votos – o ex-presidente, no entanto, conseguiu uma vitória, vencendo oito condados que apoiaram Joe Biden em 2020.

Pode levar anos para compreender plenamente a dinâmica que contribuiu para a mudança, mas até agora os especialistas e observadores políticos apontaram a economia e a diminuição do entusiasmo dos eleitores como elementos-chave.

Notório por levar semanas para contabilizar totalmente os resultados eleitorais, Califórnia ainda está terminando sua contagem. Com mais de 1 milhão de votos restantes para serem analisados, os resultados podem mudar, mas na noite de sexta-feira, Trump parece ter mudado oito condados de votos democratas para republicanos na corrida presidencial: Butte, Merced, Stanislaus, Fresno, San Joaquin, Inyo , São Bernardino e Riverside.

Os condados estão concentrados no interior do estado, desde o Inland Empire, a leste de Los Angeles, até o coração agrícola do Vale Central. Geralmente são mais rurais e não tão progressistas como os centros populacionais do litoral, e vários estão estreitamente divididos entre os partidos, enquanto outros são predominantemente democratas. Metade dos condados apoiou uma mistura de Democratas e Republicanos nas eleições para a Câmara dos EUA, enquanto um – Merced – apoiou um Democrata na sua única disputa para a Câmara.

Mais de 1 milhão de pessoas votaram em Trump nessas áreas, onde vivem quase 7 milhões de pessoas.

Votação do Imprensa associada e Norc, da Universidade de Chicago, sugerem que os eleitores da Califórnia viam a economia como a questão mais importante que o país enfrenta, à frente da imigração, do clima e do acesso ao aborto.

É uma tendência observada em todo o país, disse Mark Baldassare, diretor de pesquisa do Instituto de Políticas Públicas da Califórnia, com eleitores sentindo-se negativamente em relação à economia e irritados e insatisfeitos com aqueles que estão atualmente no poder.

Tal como noutras partes dos EUA, Trump parece ter conseguido conquistar uma parcela maior de eleitores jovens e latinos do que antes – embora grupos de defesa discordo sobre precisamente quão significativos foram seus ganhos. Na Califórnia, uma maioria decisiva de eleitores latinos votou em Harris. Ainda assim, Trump conseguiu aumentar a sua parcela de votos na maioria dos condados de maioria latina na Califórnia, de acordo com CalMattersincluindo Fresno e Riverside.

As percepções da economia desempenharam um papel importante na mudança, disseram os organizadores. “O impulsionador mais potente da eleição foi o descontentamento econômico, expresso nos ganhos do presidente eleito Donald Trump com a maioria dos dados demográficos”, disse Clarissa Martínez de Castro, vice-presidente da UnidosUS da Latino Vote Initiative, em um comunicado. declaraçãoao mesmo tempo em que enfatizava que a maioria dos eleitores latinos apoiava Harris.

Enquanto isso, parece que a participação na Califórnia caiu desde 2020, especialmente entre aqueles que votam com pouca frequência, disse Baldassare.

“Isso sugere que os eleitores menos frequentes provavelmente não conseguiram (e) não se sentiram motivados como em 2020, o que, claro, ocorreu durante a pandemia e um período de considerável angústia política”, disse ele.

Os eleitores de baixa propensão que compareceram às urnas podem ter sido mais motivados pela economia, acrescentou Baldassare.

“Isso significava que algumas pessoas estavam votando pela mudança em grande número”, disse ele.

Lisa Pruitt, especialista em direito rural da Universidade da Califórnia, Davis, disse que os resultados sugerem que alguns californianos acreditam que as políticas do estado se aventuraram demasiado para a esquerda. Juntamente com os ganhos de Trump, os eleitores do estado apoiaram uma medida para promulgar penalidades mais severas por roubo e delitos de drogas, e rejeitou um esforço para proibir trabalho forçado nas prisões. Procuradores distritais progressistas em Los Angeles e Oakland perderam seus assentos.

Gavin Newsom, governador da Califórnia. Fotografia: Eric Thayer/AP

“Acho que muitos californianos acham que o estado se moveu muito para a esquerda no que diz respeito ao crime, nas chamadas questões de lei e ordem. E eles estão buscando uma correção”, disse ela, acrescentando que os direitos trans também se tornaram um problema para alguns eleitores.

Uma lei estadual que proíbe os distritos escolares de exigir a notificação dos pais caso uma criança faça alterações na sua identificação de gênero atraiu ferozes críticas. retaliação em partes conservadoras do estado e desenhado atenção nacional.

“A Califórnia é um termômetro da política progressista e estamos vendo um retrocesso em relação a isso em nosso próprio estado”, disse Pruitt.

Mas a vitória de Trump nos EUA, de forma mais ampla, faz parte de um padrão que pode ser visto em todo o mundo, disse James Adams, professor de ciências políticas na Universidade da Califórnia, Davis. Os partidos governantes em todo o Ocidente, de Portugal à Finlândia e à Alemanha, estão a ser eliminados e os candidatos populistas estão a ganhar apoio, disse Adams.

“O Partido Republicano de Donald Trump é essencialmente um partido populista com a mensagem de que o sistema é fraudado e serve os interesses dos ricos e poderosos e ignora as pessoas comuns”, disse ele. “Essa mensagem parece ressoar nas democracias ocidentais.”

A inflação elevada corroeu o apoio aos partidos do governo e a confiança nas suas capacidades de gerir a economia, acrescentou.

O condado de Butte, no extremo norte da Califórnia, dividido igualmente entre democratas e republicanos, foi para Trump. Em Chico, a maior cidade do condado, no entanto, os eleitores apoiaram Harris em níveis semelhantes aos de Biden em 2020 e os progressistas estavam perto de obter uma maioria no conselho municipal que não se via há anos.

Addison Winslow, um progressista no conselho municipal de Chico, atribui os ganhos de Trump ao facto de o Partido Democrata não ter reconhecido a realidade económica para os eleitores e ter apresentado um candidato em quem as pessoas confiam.

“A informação anedótica que recebo não é que as pessoas sejam mais conservadoras ou mais racistas agora ou mais hostis às políticas progressistas, mas (que) o Partido Democrata não conseguiu apresentar quaisquer figuras nacionais em que o público confie”, disse Winslow.

“O que os democratas fizeram foi dizer: ‘A inflação já não é assim tão má, a economia está realmente muito boa’”, disse ele. “Talvez eles possam obter alguns indicadores económicos e dizer: ‘Olha, estou certo’, mas essa não tem sido a experiência pessoal das pessoas.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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