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Miss Universo 2024: candidata da Dinamarca vence concurso – 17/11/2024 – De faixa a coroa
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2 anos atrásem
Fábio Luís de Paula
Cidade do México
A representante da Dinamarca, Victoria Kjaer, foi eleita no início da madrugada deste domingo (17) como a nova Miss Universo. O show da final aconteceu no palco do espaço de eventos Arena CDMX, na Cidade do México, que tem capacidade para cerca de 22 mil pessoas.
A representante do Brasil, a pernambucana Luana Cavalcante, 25, ficou fora do top 30 na disputa e não participou da final. Esta foi a primeira vez, o mundial teve duas brasileiras na disputa em uma mesma edição.
Em segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, as misses da Nigéria, Chidimma Adetshina, e do México, María Fernanda Beltrán. Completaram o Top 5 as misses da Venezuela, Ileana Márquez. e da Tailândia, Suchata Chuangsri.
Este ano o mundial celebrou sua 73ª edição com um número recorde de candidatas. São 125 mulheres de todas as partes do planeta, que lutaram pela coroa que pertencia à nicaraguense Sheynnis Palacios, 24, titular de 2023. Até o ano passado, o limite do grupo era de 95 representantes.
O evento foi transmitido pela emissora Telemundo, tanto na TV como na internet (Youtube). Uma das apresentadoras do concurso foi a modelo gaúcha Júlia Gama, que mora no México há alguns anos, e é dona do título de Miss Brasil e vice Miss Universo 2020.
INEDITISMOS
O elenco de mulheres do certame trouxe este ano uma lista de ineditismos, que apontam uma mudança histórica no perfil de candidatas a miss, marcando uma nova era na indústria dos concursos de beleza.
Além de Luana, que é a primeira mamãe a ser Miss Brasil, assim como a primeira mulher casada e a primeira pernambucana a representar o país no Miss Universo, outras misses ganharam holofotes ao quebrarem padrões antigos do Miss Universo. Entre elas, estava a egípcia Logina Salah, 34, que é a primeira candidata do concurso com vitiligo, e a sulafricana Mia Le Roux, 28, a primeira miss surda da competição — esta última desistiu da contenda às vésperas da final.
Vale registrar, entre as candidatas, houve um outro recorde de 16 mamães — incluindo a brasileira.
A partir de janeiro deste ano, o Miss Universo passou a permitir ainda a inscrição de mulheres de qualquer idade. A novidade é histórica, uma vez que isso nunca havia ocorrido em mais de 70 anos do concurso, criado em 1952. Antes, só podiam estar na competição misses entre 18 e 28 anos.
Por conta disso, em setembro passado, a modelo sênior sul-coreana Choi Soon-hwa, que é mãe e avó e tem 80 anos, tornou-se a mulher mais velha em uma das etapas do concurso. Apesar de todo o apelo, no entanto, ela foi finalista mas não venceu a coroa de Miss Universo Coreia.
A última edição do Miss Universo, em novembro de 2023, foi considerada a mais “plural” realizada até hoje, já que além de duas mulheres transgêneros (as misses Portugal e Holanda), teve entre suas candidatas uma modelo plus size (Miss Nepal) e duas mães (as misses Colômbia e Guatemala). Apesar disso, este ano não há mulheres transgêneros no elenco.
As mudanças no regulamento do concurso chegaram em um contexto inédito para a marca, que nunca esteve tão próxima dos temas de diversidade e inclusão. O principal motivador dessa disrupção foi a compra do concurso, há pouco mais de dois anos, pela empresária tailandesa Anne Jakrajutatip, que é uma mulher transgênero.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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