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Misteriosas bolas de alcatrão chegando à costa forçam o fechamento de sete praias em Sydney, incluindo Bondi | Nova Gales do Sul
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2 anos atrásem
Rafqa Touma
Bolas misteriosas de alcatrão que chegam a Sydney forçaram o fechamento de sete praias, incluindo a praia de Bondi, mas as autoridades ainda não identificaram de onde vêm.
A praia de Clovelly e o extremo norte da praia de Maroubra foram fechados na quinta-feira, quando mais bolas de alcatrão foram encontradas depois que as praias de Gordons Bay e Coogee foram fechadas anteriormente pelo conselho de Randwick. As pessoas foram alertadas para não tocar ou chegar perto dos escombros.
As praias de Bondi, Tamarama e Bronte também foram fechadas “por precaução”, disse o conselho vizinho de Waverley em comunicado na tarde de quinta-feira.
O conselho de Randwick disse na noite de quarta-feira que resultados de testes preliminares identificaram as esferas pretas como “bolas de alcatrão” – que se formam quando o petróleo entra em contato com detritos e água, geralmente como resultado de derramamentos ou infiltrações de petróleo.
Os testes do conselho mostraram que os destroços eram um poluente à base de hidrocarbonetos – o principal componente dos produtos à base de petróleo.
Os jetskis do conselho avistaram uma suspeita mancha de petróleo no mar na manhã de quarta-feira, disse na época o prefeito do conselho de Randwick, Dylan Parker.
No entanto, a Autoridade Portuária de NSW disse que nenhum derramamento de óleo foi relatado pelos navios.
“Ainda não sabemos o que aconteceu para produzir os detritos que chegam às nossas praias”, disse Parker disse em um comunicado na quinta-feira. “Continuaremos a trabalhar com as autoridades competentes para garantir a segurança do público e limpar as nossas praias.”
As quatro praias de Randwick foram fechadas até novo aviso.
O conselho de Waverley disse que fechou suas praias depois que o órgão de fiscalização ambiental o notificou formalmente de que “bolas do tamanho de uma ervilha a uma bola de gude, de cor cinza claro e branco, foram observadas pela equipe da EPA nas praias de Bondi, Bronte e Tamarama”.
após a promoção do boletim informativo
“Por precaução, todas as praias de Waverley serão fechadas até que uma investigação mais aprofundada seja realizada pela EPA e pelos órgãos governamentais relevantes”, disse o conselho.
O Nova Gales do Sul O primeiro-ministro, Chris Minns, disse que as praias dos subúrbios do leste foram fechadas “por precaução”.
Ele disse que o público será mantido atualizado sobre as investigações conduzidas pela Autoridade de Proteção Ambiental.
“Precisamos ter certeza de que estamos investigando completamente”, disse Minns. “É uma ocorrência incomum nas praias de Sydney. A EPA está liderando essas investigações. A autarquia é responsável pelo encerramento das praias.”
Parker disse que a equipe do conselho de Randwick tem trabalhado com a EPA, a autoridade portuária e a Transport for NSW na resposta de limpeza.
“Nossa comunidade protege muito nosso ambiente natural e este foi um incidente muito preocupante”, disse o prefeito na quarta-feira.
“Contratamos um higienista ocupacional especializado e um empreiteiro especializado em remoção de resíduos que atualmente estão removendo sistematicamente os detritos das praias de acordo com uma declaração de método de trabalho seguro acordada desenvolvida com a NSW EPA.”
Louise Morris, gerente de campanha de petróleo e gás da Sociedade Australiana de Conservação Marinha, disse bolas de alcatrão são geralmente formadas após um derramamento de óleo quando o petróleo é lavado em ondas e correntes, condensando-o e coagulando.
“Quanto mais ele se agarra a outras substâncias, ele se solidifica e se condensa”, disse Morris. “Parte desse processo de lavagem do oceano significa que eles formam uma forma esférica.”
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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