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Mitchell pours in 37, Cavs improve to 14-0
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2 anos atrásem
Cleveland’s 14-game winning streak is the longest in the club’s 55-year existence.
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CLEVELAND (AP) — The floor and ball both looked different. Not the Cleveland Cavaliers, who remained unchanged — and unblemished.
They continued their perfect start, improving to 14-0 on Friday night with a 144-126 win over the Chicago Bulls in an NBA Cup opener that served as another showcase for a Cavs team clicking like never before.
After the final buzzer, Donovan Mitchell, Darius Garland and Jarrett Allen celebrated more history by dancing on the Rocket Mortgage FieldHouse court with a giant green frog, who has quickly become an impromptu mascot to an unscripted start.
“It’s Cleveland,” Allen said, trying to explain the amphibian’s sudden arrival. “It’s just a vibe in the city and I hope it doesn’t change.”
Even playing without starting forward Evan Mobley, Cleveland became the sixth team in league history to win its first 14 games and the first since the 2015-16 Golden State Warriors, who opened 24-0 and finished 73-9.
Best starts in NBA history
24-0 – Golden State Warriors (2015-16)
15-0 – Houston Rockets (1993-94)
15-0 – Washington Capitols (1948-49)
14-0 – Cleveland Cavaliers (2024-25)
14-0 – Dallas Mavericks (2002-03)
14-0 – Boston Celtics (1957-58)
12-0 – Chicago Bulls (1996-97)
12-0 – Seattle SuperSonics (1982-83)
There’s no telling where this season is headed in Cleveland, but there’s never been a Cavs team that has started any better.
The 14-game winning streak is the longest in club history — the Cavs had three 13-gamers with LeBron James on the roster — as first-year coach Kenny Atkinson has pushed every correct button while dipping deep into his bench each game.
Atkinson, who spent the past three seasons on Golden State’s staff after a four-year run as Brooklyn’s coach, now has the longest winning streak of any coach with a new team. He entered the game tied with Lawrence Frank, who won 13 in a row after taking over the Nets midway through the 2004 season.
While Atkinson inherited a team that made the Eastern Conference semifinals under J.B. Bickerstaff, the 57-year-old has made the Cavs even better by buying into an up-tempo offensive system designed around spacing, 3-pointers and ball movement.
The Cavs are winning selflessly.
“From the beginning, I knew it was a group that liked each other, that enjoyed playing with each other,” Atkinson said. “I knew we had good passers. We have good connectors. We know where to get it. We make quick decisions.”
After Cleveland blew out Golden State last week, Warriors forward Draymond Green said the Cavs moved the ball better than any team he’s seen — including the title winners he’s been on.
“I was so thrilled when Draymond said that the other day,” Atkinson said. “He was just really impressed how we pinged the ball around. How we drive, kick, swing. We get it out of pick and roll. We get it in fast-break situations, and it is Warriors-esque. It’s really that type of ball movement. It’s beautiful to watch.”
Atkinson isn’t letting him team be satisfied either. After the Cavs allowed 73 points in the first half, the coach angrily slammed a shower sandal in locker room at halftime.
“That’s what we want,” Mitchell said. “We all prefer that. We hear how good we are. For us, that’s how we get better. We haven’t lost, but how do you continue to find ways to build habits? It’s continuing to coach hard and not let any lapses. That’s what you want in a coach.”
VIBES ARE AT AN ALL-TIME HIGH, @ClevelandVibes. 😂🐸 #LetEmKnow pic.twitter.com/WekHeWyFeN
— Cleveland Cavaliers (@cavs) November 16, 2024
To this point, the Cavs have been perfect, and it never hurts to have a player of Mitchell’s magnitude leading the way.
He scored a season-high 37 — 18 in the fourth quarter — to put away the Bulls, who were still within four points in the final three minutes when Cleveland went on what has become known as a “Cav-a-lanche” in recent years.
Substitute Caris LeVert and Mitchell both hit 3-pointers as the Cavs closed with a 21-7 flurry. A win on Sunday would put them in rarified air as only four teams have started 15-0.
Sensing his team needed more from him, Mitchell opened the fourth by scoring Cleveland’s first nine points.
“That was him,” Atkinson said. “That wasn’t us. It wasn’t me saying it. He just senses what does the team need right now? And that could be him or it could be someone else. And that speaks to his IQ, just understanding of who’s on the court, who he’s playing with.”
“We’re searching for scoring a little bit and he just took over.”
This is what Mitchell had in mind when he signed a three-year, $150 million contract extension this summer and committed to the Cavs.
He loved the city. He believed in the team’s young core. He knew the Cavs were capable of doing big things.
Mitchell didn’t see the streak — or the frog, who had been seen on the streets outside the arena — coming.
“That was fun,” he said. “Shocked the hell out of me when I saw the frog. It was pretty dope. It was like just a vibe.”
The Cavs want to make it last.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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