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Morador de rua é morto a golpes de pauladas e golpes de faca em Rio Branco

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O morador em situação de rua Edivaldo de Souza Rufino, de 40 anos, morreu na noite desse sábado (16) dentro de uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) após ser achado caído na Rua Verona, bairro Novo Horizonte, em Rio Branco. Rufino foi achado com diversos ferimentos no corpo causado por pedaços de pau e arma branca.

O Centro de Operações Policiais Militares (Copom) informou que Rufino foi achado desacordado por moradores do bairro. As testemunhas falaram que viram diversas pessoas agredindo a vítima com pedaços de pau e uma faca.

Os agressores fugiram antes da chegada da polícia. A companheira de Rufino confirmou para a polícia que ele tinha sido proibido de voltar ao bairro por membros de uma organização criminosa. Na noite de sábado, ao ver a vítima na localidade, os criminosos teriam iniciado as agressões.

A mulher relatou também que o companheiro tinha voltado ao local para procurá-la.

O local foi isolado, a perícia feita e os policiais militares fizeram rondas pelo bairro, mas ninguém foi preso. O corpo de Rufino foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).

As investigações estão sendo feitas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A reportagem tentou contato com a Polícia Civil e aguarda retorno.

Outras vítimas

Em janeiro, o também morador de rua Felipe da Silva Oliveira, de 18 anos, foi morto a pauladas na Rua Rio Grande do Sul, bairro Dom Giocondo, na capital. Um vídeo de uma câmera de segurança registrou o momento em que Luiz Nicácio de Souza, de 63 anos, suspeito do crime, mata com uma paulada Felipe.

Nas imagens, o idoso aparece caminhando até a parada de ônibus, onde a vítima e o irmão dormiam, já com um pedaço de madeira na mão. Espera os carros passarem para atravessar a rua e em seguida dá um golpe no morador de rua que dormia na calçada.

Após ser preso, a Justiça substituiu em internação provisória no Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac) a prisão de Luiz Nicácio.

Em Cruzeiro do Sul, o morador de rua Marcos Henrique Batista dos Santos, de 31 anos, foi morto no dia 2 de fevereiro desse ano no Centro de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Ele teve 13 perfurações de faca e o rosto bastante machucado por pauladas e facadas também.

O crime ocorreu em uma parada de mototáxi no Centro da cidade, em frente a Caixa Econômica Federal, por volta das 2h da madrugada. De acordo com a Polícia Militar, duas testemunhas foram ouvidas, já que presenciaram o crime.

Com informações de G1Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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