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Morre Olivia Hussey, protagonista de ‘Romeu e Julieta’ – 28/12/2024 – Ilustrada
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A atriz Olivia Hussey morreu nesta sexta-feira (27) em sua casa, nos Estados Unidos. A morte foi anunciada pelo cineasta Marc Huestis por meio de uma postagem nas redes sociais. Ele contou ao jornal “San Francisco Chronicle” que Hussey morreu de câncer. Ela tinha 73 anos.
“É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de Olivia Hussey Eisley, que partiu em paz em sua casa, cercada por seus entes queridos”, diz a nota publicada no perfil de Huestis. A atriz foi diagnosticada com câncer de mama pela primeira vez em 2008. Em 2018, a doença voltou.
Nascida em Buenos Aires em 17 de abril de 1951, ela se mudou para Londres com sete anos. Aos quinze, foi selecionada para fazer um de seus principais papéis: Julieta, na adaptação da obra de Shakespeare “Romeu e Julieta” (1968), dirigida por Franco Zeffirelli.
O filme foi um grande sucesso, rendendo duas indicações ao Globo de Ouro e quatro ao Oscar em 1969. Hussey voltou a trabalhar com Zeffirelli na série “Jesus de Nazaré” (1977), em que interpretava a Virgem Maria.
Em 1974, protagonizou “Noite do Terror”, clássico do gênero em que interpretou uma universitária que foge de um assassino em série em pleno Natal. Com o filme, Hussey foi uma das precursoras de um estereótipo dos ‘slashers’: o da ‘final girl’, isto é, a personagem feminina que sobrevive no final e enfrenta o vilão.
Em 1978, participou de “Morte sobre o Nilo”, adaptação de um livro da escritora britânica Agatha Christie. Ela também esteve no filme “Psicose 4” (1990), como Norma Bates, mãe do assassino Norman Bates.
Em 2015, a atriz fez seu último trabalho no filme “Social Suicide”, de Bruce Webb. O longa, protagonizado pela filha da atriz, India Eisley, é inspirado pela história de Romeu e Julieta e proporcionou o reencontro de Hussey com Leonard Whiting, que interpretou Romeu no filme que os alçou à fama.
Em 2022, os dois colegas de cena processaram a Paramount, um dos maiores estúdios de cinema de Hollywood, alegando que teriam sido forçados a gravarem cenas sem roupa no filme de 1968, quando ainda eram menores de idade.
O caso foi arquivado duas vezes. Na primeira, o juiz considerou que os possíveis crimes já haviam prescrito. Na segunda, a decisão concluiu que os dois consentiram com as filmagens.
Olivia Hussey deixa três filhos, Alexander, Max e India, e o marido, David Glen Eisley, com quem foi casada por 35 anos.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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