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Morre servidora pública baleada na cabeça durante festa em chácara

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Após conversas com familiares e médicos, finalmente a servidora pública Jacilene Farias de Lima, de 40 anos, que teve morte cerebral declarada pelos médicos neste domingo (5) teve os aparelhos desligados no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb).

Jacilene foi oficialmente declarada sem vida às 23h28min desta segunda-feira (6), após o término de protocolo de morte cerebral.

O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e em seguida será liberado aos familiares para o velório.

Entenda o caso

Jacilene Farias foi ferida com um tiro na cabeça na noite de sábado (4) em uma festa na Chácara Via Park, localizada ao lado do antigo Top 15, na Rodovia AC-40, bairro Santa Maria em Rio Branco.

De acordo com informações de amigos, no dia do ocorrido Jacilene participava de uma festa com o namorado e se deslocou até a frente da chácara para comprar um churrasquinho, quando dois homens não identificados numa motocicleta se aproximaram e efetuaram vários tiros em direção da festa. Jacilene foi ferida na cabeça e uma mulher identificada como Marcela Morais, de 36 anos, ferida no ombro.

Moradores da região chegaram a afirmar a polícia que a motivação do crime pode ter ocorrido porque geralmente no local sempre há uma festa de uma organização criminosa.

“Dizem que nesse local ocorre festa de facção, eles alugam o local, mas no dia estava ocorrendo uma festa normal, os criminosos rivais passaram no local e deduziram que estava acontecendo a festa da organização criminosa e efeturam vários tiros”, disse um policial.

Jacilene trabalhava como recepcionista no Hospital das Clínicas. Era divorciada e deixa um único filho.

Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já colheram informações no local e já conversaram com a outra vítima no Pronto Socorro e segue em busca de identificar os autores do crime.

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Com R$ 13 milhões bloqueados, Ufac pode fechar restaurante que atende 3 mil pessoas diariamente

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Os efeitos do bloqueio de verbas nas universidades federais, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), vêm sendo sentidos por aqueles que estão na ponta: os alunos. Em meio aos cortes, as instituições têm anunciado medidas de economia, enquanto que os estudantes, para contornar os problemas, apelam para marmitas, caronas, vaquinhas e até empréstimos.

Um exemplo disso, é a Universidade Federal do Acre que teve R$ 13,1 milhões bloqueados até o momento. De acordo com levantamento, 75 das 278 bolsas de iniciação científica foram cortadas e os editais para bolsas de extensão e estágio, suspensos.

Se o bloqueio se perdurar por mais tempo a Universidade Federal do Acre prevê fechar o Restaurante Universitário que atende diariamente mais de 3 mil pessoas. Além dos estudantes e professores ficarem desassistidos na alimentação, a possível suspensão dos trabalhos na cozinha pode causar a demissão de 48 pais e mãe de famílias que trabalham numa empresa terceirizada, responsável pelo serviço.

“Na verdade a Ufac não quer fechar nada. O que acontece é que se não forem liberar os recursos que atualmente estão contingenciados não tem como manter os gastos básicos como pagar conta de energia elétrica e manter limpeza dos campi, por isso tudo para, inclusive o RU”, destacou a assessoria da Universidade quando consultada pelo ac24horas.

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Sindicato acusa secretaria do governo de estar mais ‘ditadora’ que na gestão do PT

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) continua reivindicando ações e melhorias à categoria junto ao governo não é novidade. Nos últimos meses o sindicato vem cobrando a Secretaria Estadual de Educação e Esportes (SEE) de uma maneira bem mais contundente e, por último, afirmou que a atual gestão da SEE no governo de Gladson Cameli “tem sido mais ditadora que na gestão anterior (PT)”, nas palavras da presidente do sindicato, Rosana Nascimento.

Isso porque, segundo a categoria, o Estado não tem aberto diálogo e nem espaço para que o sindicato integre decisões importantes para os educadores do Acre. “Não chamaram o sindicato para construção do edital da certificação para eleição dos gestores escolares. Esta secretaria exclui a participação do SINTEAC. Já verificamos que o edital contém vários erros, inclusive o descumprindo assim a Lei de Gestão Democrática. Iremos entrar com recurso e, se necessário, com ação judicial”, declarou Nascimento.

Ainda de acordo com o Sinteac, a SEE tem tido uma postura pior do que a gestão anterior. “Não respeita o sindicato como representante da categoria. Tem sido mais ditadora do que a gestão anterior”, revela a professora Rosana, a qual protagonizou inúmeros embates com o ex-governador.

Ela destaca que tapinha nas costas, aperto de mão e abraço não vai fazer com que deixem de existir os problemas ou cobrança e críticas com a SEE. “A SEE se recusa a ouvir as reclamações, críticas e muito menos tratar com os professores e funcionários sobre o que estão achando e sentindo sobre as políticas educacionais que estão sendo implantadas”.

Para Rosana, a educação é coletiva, não é carreira solo. “Toda política educacional tem que ser construída juntas, encontrando solução para as dificuldades. O sindicato vem cobrando que se faça este diálogo, mas tem sido interpretado como inimigo e perseguidor”.

O outro lado

Procurada pelo ac24horas, a secretaria de educação respondeu às acusações por meio de uma nota de esclarecimento. Segundo o órgão governamental, em nenhum momento a SEE tem se eximido do diálogo. “Por várias vezes recebeu, conversou e reuniu, tanto com a diretoria do sindicato quanto com outras entidades de representação de professores ou gestores, como é o caso do Conselho de Diretores das Escolas Públicas do Acre – CODEP”.

Quanto à certificação dos candidatos a gestores escolares, o departamento de formação e assistência educacional da secretaria foi quem assumiu a organização do referido processo. “O edital foi elaborado por uma comissão, em consonância com a lei n° 3.141 de 22.07.2016, que dispõe sobre a gestão democrática das unidades escolares da rede pública estadual de educação básica do Acre. A constituição da comissão paritária, na qual é estabelecida a participação dos sindicatos, conselho estadual de educação e outros órgãos relacionados, e sobre a qual se refere a Lei em seu artigo 7°, destina-se a elaboração do regimento da eleição propriamente dito. Nesta etapa, sim, todas as entidades relacionadas serão convidadas”.

A SEE finalizou dizendo que tem compromisso e respeito para com os trabalhadores em educação, aos órgãos representativos, bem como a todos que não tem medido esforços para que elevar a qualidade da educação no Acre.

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