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Morte de Gabriel Diniz completa um mês

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Há um mês, o país vivia um dos momentos mais triste da sua história. O Povoado Porto do Mato em Estância (SE), era o cenário da tragédia que terminou na morte do cantor Gabriel Diniz e dos pilotos Abraão Farias e Linaldo Xavier.

O três, ocupavam um avião modelo Cherokee, que decolou de Salvador (BA), com destino a Maceió (AL), mas caiu em Sergipe. Um dia antes, Gabriel tinha feito um show no município baiano de Feira de Santana (BA).

Somente para o mês de junho, o cantor já tinha 34 shows agendados, dois deles em Sergipe, nos municípios de Nossa Senhora do Socorro e Areia Branca.

Investigação

Um dia depois do acidente, a Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC), abriu procedimento para investigar indícios de que a aeronave estava praticando táxi-aéreo, quando as regras da Aviação no Brasil, só permite que o modelo possa ser utilizado para voos de instrução. O Aeroclube de Alagoas, proprietário da aeronave, chegou a ter as atividades suspensas pela ANAC.

O trabalho de investigação desde o início, foi conduzido pela Polícia Federal e pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

A PF informou que não vai dar esclarecimentos enquanto o caso não for concluído. Já o Cenipa, informou que as diligências continuam em andamento e sem prazo para conclusão.

No final da semana passada parte dos destroços da aeronave foi vendida para um ferro velho em Aracaju, outra parte foi levada para ser analisada em São Paulo e uma outra, foi devolvida ao aeroclube de Alagoas.

Os destroços da aeronave e alguns pertences dos ocupantes foram recuperados até uma semana depois da queda. O motor e boa parte da fuselagem foram retirados um dia após em uma operação, que envolveu PF, Corpo de Bombeiros, Cenipa, Polícia Militar e ainda moradores da região onde o avião caiu.

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