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MPAC promove reunião sobre criação de Aplicativos de Acessibilidade e Mobilidade urbana

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na manhã de ontem (13), a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu) do MPAC, se reuniu com servidores do CAOP e da Diretoria de Tecnologia de Informação para discutir a retomada da elaboração de aplicativos alusivos ao projeto Cidades Acessíveis.

O projeto de criação dos aplicativos tem enfoque em dois públicos. O aplicativo Cidades Acessíveis – Cidadão, destinado ao uso por parte da população, que tem a proposta de permitir denúncias relacionadas às questões de acessibilidade e mobilidade. Já o aplicativo Cidades Acessíveis é destinado aos técnicos – engenheiros civis, arquitetos, tecnólogos e fiscais de obras.

A elaboração dos aplicativos foi iniciada de forma conjunta pelas Promotorias de Justiça Especializadas de Defesa da Pessoa com Deficiência e Pessoa Idosa e de Habitação e Urbanismo, quando eram titulares, respectivamente, o promotor de Justiça Rogério Voltolini Muñoz e a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, na época intitulado Rio Branco Acessível, em 2016.

Na reunião, o chefe da Divisão de Sistemas do MPAC, Rodrigo de Oliveira Silva, destacou que os aplicativos estão prontos para uso nos moldes do originalmente estabelecido no início do projeto, restando apenas o investimento para sua divulgação/uso nos serviços do Google Play, para o sistema Android, e Appe Store, para o sistema iOS. Também foi definida a apresentação dos aplicativos ao Caop/Maphu no próximo dia 22, para aprovação de todas as suas funções. MP-AC.

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Fumaça compromete partida do Campeonato Brasileiro no Acre; jogadores passam mal

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A partida entre Atlético Acreano x Luverdense, pela última rodada do brasileirão da série C, disputada na tarde deste domingo (25), no estádio Florestão, em Rio Branco, foi comprometida por causa da fumaça de uma queimada. Aos 25 minutos do primeiro tempo, uma densa cortina de fumaça invadiu o campo de jogo, reduzindo a visibilidade.

Jogadores passaram mal. Alguns usaram a camisa como máscara. A árbitra catarinense Charly Wendy Straub Deretti decidiu interromper a partida e os atletas foram atendidos por suas equipes médicas. A fumaça proveio de uma queimada no entorno do estádio que atingiu um bananal e produziu labaredas de cerca de dois metros, segundo o Corpo de Bombeiros.

Depois de quinze minutos de paralisação, a partida foi reiniciada, enquanto os brigadistas ainda tentavam debelar o fogo. “Está impossível trabalhar aqui mas cabines, imagine correr no campo”, observou o radialista Helton Lima, que trabalhava no jogo. As luminárias do estádio foram ligadas mesmo ainda estando de dia, numa tentativa de aumentar a visão dos atletas em campo.

Na última sexta-feira (23), o governador do Acre, Gladson Cameli, publicou um decreto de emergência por causas das queimadas e pediu apoio do governo argentino para combater os focos de incêndio no estado. Em maio passado, Cameli orientou produtores rurais a não pagaram multas aplicadas pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

Nas redes sociais, o Major Falcão afirmou que o Corpo de Bombeiros, no local, tomou todas as providências cabíveis e afirmou que o incêndio não paralisou a partida. Esclarecendo que a partida de futebol no estádio Florestão não foi paralisada devido a fumaça. Aliás, não foi paralisada. Corpo de Bombeiros no local”, afirmou.

Atlético e Luverdense foram rebaixados para a série D.

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Incêndio atinge área de vegetação na Baixada da Sobral

Alerta Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um incêndio foi registrado neste domingo (25), em uma área de vegetação localizada na Rua Tucanos, no Bairro Plácido de Castro, região da Baixada da Sobral, em Rio Branco.
Segundo uma moradora, o fogo começou no início da tarde e rapidamente se espalhou pela área. Até o fechamento desta matéria (16h30), o incêndio ainda não havia sido apagado.

O Corpo de Bombeiros ainda foi acionado para atender a ocorrência, mas, de acordo com a mulher, eles só olharam as chamas e foram embora.
“Talvez seja porque o carro não entra até o local, deve ser isso. Eles [bombeiros] foram até perto do fogo e depois voltaram”, informou a moradora.

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